24/09/16

GOOGLE LANÇA APP DE MENSAGENS ALLO PARA CONCORRER COM O WHATSAPP



Google Allo: app concorre com o WhatsApp (Foto: Reprodução)

Aplicativo que aprende como usuário escreve deve chegar ao Brasil em alguns dias

OGoogle lançou nesta quarta-feira o Allo, um aplicativo de mensagens que incorpora a ferramenta de buscas da gigante da internet e um chat com um sistema que permite ao app aprender como a pessoa escreve, recorrendo à inteligência artificial.

Assim, graças à ferramenta “Smart Reply” (algo como “resposta inteligente”), ele analisa a mensagem recebida e pode identificar o conteúdo e responder com a risada mais comum do usuário (“kkkk” ou “hahaha”). E, se alguém enviar a foto de um sorvete, ele pode sugerir como resposta “delicioso”, ou “eu quero”.

O app foi apresentado em maio, mas só agora houve o lançamento. Ele vai concorrer com WhatsApp e Facebook Messenger. O Allo chega um mês depois do Duo, aplicativo de chamadas de vídeo da Google apresentado na mesma ocasião.

O Allo inclui também uma janela de chat com o Google Assistant, um assistente pessoal virtual como a Siri, da Apple. Para “convocar” essa ajuda, basta que o usuário escreva @google em um chat seguido de uma busca, e os resultados aparecerão na mesma tela da conversa.

“(O app) melhora à medida que vai sendo usado”, explicou Amit Fulay, gerente de produto da Google, em uma postagem de blog.

Outra ferramenta permite que o usuário cole stickers, desenhe ou escreva em cima das fotos antes de enviá-las pelo app — algo similar ao que pode ser feito no Snapchat.

Assim como outros aplicativos de troca de mensagem, o Allo terá criptografia de ponta à ponta. Mas, diferentemente do WhatsApp, que usa esse tipo de encriptação em todas as conversas, no app da Google isso só vale naquelas trocadas no modo “incógnito”.

Apesar do lançamento oficial, o Allo ainda está indisponível em alguns países — como o Brasil. Segundo a Google, o aplicativo estará disponível em todo o mundo dentro de alguns dias. 

Agência O Globo



Somos todos influenciadores: quatro dicas para manter uma boa imagem



Por Nathana Lacerda*

A partir do momento em que produzimos para uma audiência, passamos a influenciá-la, de uma forma ou de outra

Boa imagem: a sociedade implora por bons influenciadores.

Já que parece estar na moda utilizar a expressão “somos todos” em campanhas na rede social, gostaria de começar com algo que, pelo menos desta vez, conta uma verdade. Sim, você é um influenciador!



Eu poderia argumentar que, a partir do momento em que se publica algo nas redes sociais, estamos influenciando nossos amigos de alguma maneira. No entanto, vou me restringir à presença dos empresários e empreendedores na internet. Afinal, a partir do momento em que produzimos para uma audiência, passamos a influenciá-la, de uma forma ou de outra. Tornamo-nos uma autoridade com poder de influência, o que passa a exigir cada vez mais responsabilidade. Por isso, decidi listar 4 dicas que ajudam a qualquer empreendedor a manter uma boa imagem.

1. Não importa o número de seguidores

Alguns produtores de conteúdo poderiam alegar que o baixo número de seguidores e as poucas visualizações não exigem preocupação com o que é dito. Mas isso é mentira, essencialmente por dois motivos: um dia a sua audiência vai crescer e seu conteúdo será visto por mais pessoas; e não é necessário ter muitos seguidores para algo viralizar, o que significa que, mesmo com uma audiência ainda pequena, já é possível ter uma crise de imagem.

2. Ser verdadeiro não significa “falar o que vem à cabeça”



A Arte de Ler Mentes
A autenticidade é o principal ponto a ser trabalhado por aqueles que procuram mandar uma mensagem a uma audiência. Quem está do outro lado da tela quer ver pessoas de verdade, e não atores vestindo máscaras. No entanto, isso não significa que se deva falar qualquer coisa. Pense sempre duas vezes antes de publicar um comentário, criticar outras pessoas, ou dar uma opinião política – e tenha certeza de quem é a sua audiência antes de qualquer posicionamento, e jamais seja ofensivo. Descobrir-se a si mesmo e ser verdadeiro é diferente de se posicionar dizendo “eu sou assim e vocês vão ter que me engolir”. Estude seu público e reflita: o que eles buscam em você? Por que eles precisam de você?

3. Tenha um conteúdo transformador

Nos dias de hoje, não adianta ser raso ou vazio. Também não basta oferecer informações que não possam promover alguma transformação no público. Promover transformação, seja ela qual for, é preponderante nos dias de hoje. Tem boa imagem quem proporciona uma vida melhor às pessoas. Procure ver sua transformação como algo que vai além do que parece.

Quem ensina as pessoas a cuidar dos cabelos, na verdade faz algo muito maior do que apenas isso: atua diretamente na autoestima das pessoas. Quem trabalha com conteúdo capaz de proporcionar maior lucratividade às empresas, é capaz de promover um efeito cascata de benefícios à economia do país.

4. Em que mundo você quer viver?

A sociedade implora por bons influenciadores. Cada vez mais o mundo precisa de produtores de conteúdo que se preocupem com o efeito que suas mensagens podem desencadear. O ser humano é um ser social: precisa participar de grupos e ser aceito. E um influenciador da internet, seja empresário, Coach ou Youtuber, tem o papel de centralizar um grupo, unificar as pessoas e transformá-las.

Portanto, o questionamento final que deve ser feito é: que transformações você quer ver no mundo? Você quer viver em um mundo com preconceito? Injustiça? Corrupção? A frase de Mahatma Gandhi, que diz que devemos ser a mudança que queremos ver no mundo, funciona perfeitamente neste contexto. Se você buscar ser sempre uma pessoa melhor e for humilde em admitir eventuais erros, será mais difícil ocorrer uma crise de imagem.

*Este artigo é de autoria de Nathana Lacerda, especialista em imagem e reputação, e não representa necessariamente a opinião da revista
- http://vocesa.uol.com.br/noticias/carreira/somos-todos-influenciadores-quatro-dicas-para-manter-uma-boa-imagem.phtml#.V-Z_z4grLIU

18/09/16

Dez dicas para aplicar seu marketing pessoal de forma adequada

Com a concorrência acirrada no mercado de trabalho, hoje não basta o profissional apenas executar as suas tarefas – é preciso mostrar suas qualidades e diferenciais. Como explica a psicóloga, empresária e consultora estratégica em gestão de mudança organizacional, Gisele Meter, é isso o que é chamado de marketing pessoal. “Com o marketing pessoal se procura destacar habilidades que garantem chamar a atenção de forma positiva para o aspecto profissional. Isto não é uma habilidade inata, que nasce com a pessoa, mas é algo que pode ser aprendido e desenvolvido com o tempo. Mas não se pode confundir marketing pessoal com “puxar o saco” do chefe”, afirma.

Para ajudar a aplicar de forma correta o seu marketing pessoal, Gisele Meter dá 10 dicas úteis para que o profissional saiba como direcionar seus atributos para se destacar em seu trabalho. Segundo a consultora, são atitudes que muitas vezes podem parecer detalhes, mas fazem uma grande diferença na carreira.

1. Cuide de sua aparência

– Cuidar da aparência é fundamental em todos os aspectos da vida, mas quando falamos em imagem profissional, este item deve ser considerado um fator estratégico.

2. Modere seu tom de voz

– Moderar o tom de voz significa adequar-se ao ambiente e ao contexto da situação. Em uma entrevista de emprego, por exemplo, falar muito alto ou muito baixo pode ser prejudicial.

3. Exponha sua opinião

– Muitas pessoas, na maioria das vezes, mulheres, acabam não expressando sua opinião por medo do que os outros vão pensar, perdendo assim uma boa oportunidade de promover seu marketing pessoal. Expor o que se pensa de forma direta, demonstra que você pensou sobre o assunto e que procura contribuir para resolver o que está sendo discutido.

4. Assuma responsabilidades

– Ao se posicionar desta forma, as chances de conquistar a confiança das pessoas a sua volta aumentam e sua imagem acaba ganhando uma visibilidade positiva.

5. Demonstre interesse

– Indica que você procura estar aberto a vários pontos de vista, sendo uma pessoa flexível e ao mesmo tempo dedicada ao que acontece dentro da empresa.

6. Mantenha sua palavra

– Procure manter-se firme e não voltar atrás quando se comprometeu. Para isto, segue uma dica simples: prometeu, cumpra!

7. Esteja disposto a fazer o que os outros não fazem

– os profissionais estão cada dia mais parecidos. Estar disposto a fazer o que os outros não querem fazer, por parecer difícil ou desafiador, é uma alternativa para a promoção de uma boa imagem profissional.

8. Utilize a criatividade a seu favor

– Ser criativo é procurar resolver problemas de uma forma diferente, que ninguém havia pensado antes. Independente do que precisa ser feito, se utilizarmos a criatividade podemos encontrar boas soluções para o que precisamos.

9. Seja cordial com as pessoas

– Tratar as pessoas com respeito, cumprimentar colegas de trabalho e ser educado com todos promove um bem-estar pessoal e uma boa imagem profissional.

10. Entregue bons resultados

– Entregar resultados é o que as empresas querem. Se se isto for feito de forma positiva, acaba beneficiando todos os envolvidos.

17/09/16

Como trabalhar com a família sem brigar?

Resultado de imagem para fotos briga em família

Escrito por Luiz Marcatti, especialista em empresas familiares

Uma empresa, além de todo o ideal empresarial e profissional, traz em seu ambiente uma relação entre pessoas movidas pelas relações de poder e dinheiro. Já uma empresa familiar acrescenta aspectos ligados aos sentimentos que a formam e que são cultivados entre seus membros, o que pode ser muito positivo, mas também carregar em si um potencial destrutivo, como já abordado em outros artigos.

Uma das situações mais corriqueiras e, exatamente por isso, geradoras de problemas é a crença de que a empresa existe para servir à família, às necessidades e aos interesses de seus membros, quando, na realidade, o que sustenta a longevidade desses empreendimentos é exatamente o contrário. Os familiares prestam serviços à empresa familiar e, por consequência, beneficiam-se do seu êxito, tanto no aspecto profissional quanto financeiro.

A instalação de boas práticas de governança corporativa e da profissionalização de sua administração mostra-se decisiva na adequação da estrutura e na preparação e adequação das pessoas que trabalham na empresa, com vistas a criar e manter um ambiente propício à sua sustentabilidade ao longo do tempo.

Esperar que as pessoas ajam por bom senso no papel de sócios, profissionais e familiares ao mesmo tempo, em busca de um benefício comum, é viver uma ilusão de alto risco, por desconsiderar as ambições e agendas pessoais, que sempre irão afetar as relações. Para mitigar esse potencial de problemas, é preciso que se estabeleça o senso comum, que guiará as relações nos diversos ambientes.

Para ter sucesso, a governança corporativa e familiar, bem como os processos de profissionalização da gestão, devem estar amparados e guiados pelo senso de coletividade, ou seja, o que é melhor para a sociedade, para o negócio e para a família. Não para um ou outro.

Entre os sócios, a elaboração e implantação de um acordo societário, que represente os interesses e as expectativas da maioria, é o melhor caminho para pavimentar essa relação, protegendo-a de interesses individuais, privilegiando o grupo.

Da mesma forma, a escolha das pessoas que trabalham na empresa, sendo ou não membro da família empresária, deve ter como base os requisitos técnicos e comportamentais necessários ao papel que irão cumprir. Para tanto, a clareza dos papéis, responsabilidades e desempenho esperado, além de uma remuneração com base na meritocracia, serão decisivos na performance da empresa e na qualidade das relações.

Na família, cultivar os seus valores e manter viva sua história ao longo das gerações são fatos imprescindíveis na formação da consciência social, que deve estar presente nos herdeiros de um empreendimento que gera riqueza para si, para as famílias e para a sociedade com quem convivem.

Luiz Marcatti é sócio da consultoria Mesa Corporate Governance.

Características que o profissional moderno precisa manter para ter sucesso



Profissional de Sucesso!

Algumas Características Que o Profissional Moderno Precisa Manter Sempre para ter Sucesso.

“A vida é uma viagem e se você se apaixona pela jornada, você estará apaixonado para sempre”. Peter Hagerty

Em tempos de competição acirrada terá mais chance de sucesso quem souber manter-se firme no seu propósito de vida e manter acessa algumas características que lhe ajudem a seguir cada vez mais forte mesmo quando tudo parece impossível de ser conquistado.

Veja a seguir algumas dicas importantes para que você obtenha melhores resultados na sua carreira profissional:

Invista sempre em saber se relacionar bem com as pessoas, pois você sempre precisará conviver com elas;

Seja sempre muito dedicado no que estiver fazendo, evite perder tempo com tarefas que não ajudam em nada;

Procure se comunicar bem com as pessoas, isso ajuda e muito a uma convivência pacífica e harmoniosa;

Tenha atitude firme mesmo quando os obstáculos parecerem intransponíveis, sua ação fará toda a diferença;

Use da criatividade para avançar mais depressa;

Tenha sempre bom-senso, ou seja, cuidado para não dar o passo maior do que a perna, como dizia os antigos;

Reveja sempre suas metas e observe o quanto você já avançou;

E seja assertivo nas suas atitudes, não tenha medo de precisar dar um passo atrás para dar muitos outros a frente.

Além dessas existem outras características que você pode observar para obter sucesso em sua vida, essas são algumas que se bem analisada podem contribuir para sua realização profissional.

Fico na torcida por você.

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

Eugênio Sales Queiroz

Eugenio Sales Queiroz; Coach de Vida e Carreira, Consultor empresarial, palestrante de alto impacto e autor de varios livros lancados no Brasil e exterior. Conhecido como um dos melhores palestrantes motivacionais do Brasil por sua dinamica que contagia a plateia em geral.

16/09/16

Brasil fecha mais empresas do que abre


Idade média das empresas brasileiras era de 10,6 anos em 2014 (Foto: Shutterstock)

Estudo do IBGE mostra que ritmo de falências cresceu em todos os segmentos da economia


Em 2014, o país fechou mais empresas do que abriu, o que acontece pela primeira vez desde 2008, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou a série histórica do Cadastro Central de Empresas (Cempre).

Esta é uma das principais constatações do estudo divulgado hoje (14) pelo instituto, indicando que, em 2014 o país tinha, 4,6 milhões de empresas ativas, que ocupavam 41,8 milhões de pessoas, das quais 35,2 milhões (o equivalente a 84,2%) eram assalariadas e 6,6 milhões (15,8%) encontravam-se na condição de sócio ou proprietário.

Segundo o IBGE, apesar do número significativo de empresas existentes em 2014, quando da última pesquisa, a taxa de saída de empresas do mercado cresceu 6,1 pontos percentuais, passando de 14,6% para 20,7%, em relação a 2013. Com isso, 944 mil empresas deixaram o mercado, em relação a 2013, o maior número desde 2008, no início da série histórica. No período, o número de empresas que entraram totalizou apenas 726,3 mil.

Resultado de imagem para logo da amazon
Os dados, que fazem parte do Cadastro Central de Empresas, indicam que os salários e outras remunerações, pagos pelas entidades empresariais, totalizaram R$ 939,8 bilhões, com um salário médio mensal de R$ 2,03 mil, o equivalente a 2,8 salários mínimos mensais médios.

O levantamento do IBGE indica que a idade média dessas empresas era de 10,6 anos.

A Demografia das Empresas 2014 mostra que, de um ano para outro, a saída de empresas do mercado ocorreu em todos os segmentos, com destaque para o setor de outras atividades de serviços, que aumentou, no período, 10,5 pontos percentuais; seguido do setor de artes, cultura, esporte e recreação (8,7 pontos percentuais); construção (7,9 pontos percentuais); e informação e comunicação (6,8 pontos percentuais).

O estudo divulgado pelo IBGE permite analisar as taxas de entrada, saída e sobrevivência das empresas, além da mobilidade e idade média de cada uma. A partir dele é possível, por exemplo, avaliar as empresas de alto crescimento e seu impacto sobre variáveis econômicas, como o número de pessoal ocupado assalariado, dentre outras possibilidades.

Movimento de entrada

Os dados do Cadastro Central de Empresas chamam a atenção para o fato de que, em 2014, foi registrado o menor número de entradas de empresas no mercado desde 2008, com a taxa de novas empresas caindo de 18,3% em 2013 para 15,9%, em 2014.

Com isso, segundo o IBGE, 726,3 mil novas empresas entraram em atividade naquele ano, com a taxa de sobrevivência ficando em 84,1%, neste caso a maior taxa da série. As informações indicam que 3,8 milhões de empresas sobreviveram às adversidades do mercado, volume inferior ao verificado em 2013.

À exceção do setor de eletricidade e gás, todas as seções de atividades do mercado registraram queda nas taxas de entrada de empresas no mercado. As maiores reduções foram verificadas nas seções Indústrias extrativas (-4,9 pontos percentuais); construção (-4,0 pontos percentuais); e artes, cultura, esporte e recreação; e água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (ambas com -3,5 pontos percentuais).

Com a queda no número de novas empresas no mercado, pela primeira vez desde que esse estudo é realizado pelo IBGE, o saldo de empresas que entraram no mercado foi menor dos que as que entraram. De 2013 para 2014, 944 mil empresas deixaram o mercado, enquanto o número de entradas totalizou 726,3 mil empresas.

O Cadastro Central de Empresas é atualizado anualmente pelo IBGE a partir de informações levantadas junto às empresas dos setores da indústria, construção, comércio e serviços a partir de registros do Sistema de Manutenção Cadastral (Simcad), do próprio Cempre, e também de dados administrativos do Ministério do Trabalho.

Comércio concentra maior número de empresas

Os dados divulgados pelo IBGE indicam que o comércio se destaca como o setor que concentra o maior número de empresas, sendo a atividade que apresentou tanto os maiores ganhos quanto as maiores perdas em pessoal ocupado assalariado, provenientes dos movimentos de entrada e saída de empresas em 2014.

Pelos números levantados pela pesquisa, em 2014 o comércio concentrava 44,9% do total de empresas existentes, o equivalente a 2 milhões de estabelecimentos, também se destacando em relação ao número absoluto de empresas que entraram no mercado (289,3 mil); que saíram (437,7 mil); e que sobreviveram (1,8 milhões), o equivalente a respectivamente 39,8%, 46,4% e 45,8% do total das empresas para cada movimento.

Sobrevivência do setor

Os dados do Cadastro Central de Empresas, por outro lado, indicam que 39,6% das 694,5 mil empresas que nasceram em 2009 ainda estavam ativas no mercado em 2014 - ou seja, cinco anos após a sua criação, mais de 60% das empresas não sobreviveram.

No período 2010-2014, as seções de atividades que apresentaram as mais altas taxas de sobrevivência foram saúde humana e serviços sociais, com 55,3% do total; atividades imobiliárias (51,5%); e atividades profissionais, científicas e técnicas (47,3%).

Os dados mostram que, do total das 4,6 milhões de empresas ativas em 2014, 31,2 mil – o equivalente a 0,7% – eram de alto crescimento, pois apresentaram aumento médio do pessoal ocupado assalariado maior que 20% ao ano, por um período de três anos, tendo pelo menos 10 pessoas assalariadas no ano inicial de sua criação.

Em 2014, 488,8 mil empresas tinham 10 ou mais pessoas ocupadas, representando 6,4% do total. Eles respondiam por 4,5 milhões do total do pessoal ocupado, o equivalente a 15,4% do total assalariado, sendo que as atividades administrativas e de serviços complementares representavam a maior proporção de assalariados em empresas de alto crescimento: 28,3%. 


11/09/16

Por que cada vez mais pessoas preferem trabalhar de casa



O mercado de trabalho dos dias de hoje tem opções para todos os estilos de trabalhadores.

O uso da tecnologia permite que funcionários se conectem com seus supervisores mesmo fora do escritório e que empresas de diferentes países façam acordos em poucas horas.

Recentemente, o site de informações sobre carreiras FlexJobs.com divulgou uma pesquisa com 3.100 profissionais com idades entre 20 e 60 anos que responderam sobre suas atuais situações de emprego.

Um dos resultados coletados pela amostra foi de que 65% dos profissionais entrevistados se sentem mais confortáveis trabalhando fora do escritório.

O principal motivo, segundo a pesquisa, é que 76% dos profissionais se sentem mais produtivos por não serem constantemente interrompidos por seus colegas. Outro motivo que apareceu com mais frequência na pesquisa foi que, fora do escritório, as chances de precisar participar de uma reunião são bem menores. Evitar a burocracia de empresas também é um dos pontos altos.

Um dado muito interessante para os empregadores é que 81% dos profissionais disseram que confiariam ainda mais na empresa se tivessem a liberdade de trabalhar de casa.

Para 97% dos entrevistados, sua qualidade de vida melhoraria se eles pudessem trabalhar de casa e 87% concordaram que a mudança reduziria seus níveis de estresse. Fonte: http://www.forbes.com.br/fotos/2016/09/por-que-cada-vez-mais-pessoas-preferem-trabalhar-de-casa/

10/09/16

NOVO TRUQUE DO WHATSAPP MUDA LETRA DAS SUAS CONVERSAS


WhatsApp: mais de 1 bilhão de pessoas usam o app (Foto: Photopin)



O novo recurso permite alterar a fonte do texto e está disponível para Android e iOs

O WhatsApp liberou nesta semana uma atualização com novidades para os usuários. A nova versão ganhou um recurso que permite mudar a letra nas conversas. A atualização está disponível para celulares Android e iPhone e desktop.

O app já permitia usar negrito, itálico e texto riscado. Agora, existe a possibilidade de trocar a fonte.

A nova letra tem mais espaço entre os caracteres e é maior. Para ter acesso à nova fonte, use três sinais de acento grave (```) no começo e no final da frase.

Com mais de 1 bilhão de usuários, o WhatsApp é uma das ferramentas de comunicação mais utilizadas no mundo.

Além de mudar a letra, o aplicativo tem outros truques que permitem criar atalhos de conversa, interromper os downloads automáticos de imagens e vídeos no seu aparelho, silenciar grupos e até mudar o plano de fundo da tela.


AS DICAS ESSENCIAIS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EM CASA


A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo (Foto: ThinkStock)

Livros

Montar um home office pode ser uma boa alternativa para economizar com custos de uma empresa e ficar perto da família, mas é preciso estar atento a alguns cuidados

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

- Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

- Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

- Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

- Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

- Falta de disciplina com horários e compromissos.

- Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

- Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP



Pesquisar outros Livros - clique aqui...

03/09/16

5 razões pelas quais os melhores colaboradores se demitem (mesmo quando gostam do trabalho)



Para ser o melhor no seu segmento, você deve primeiro conquistar seus melhores colaboradores — ou alguém o fará

Há um infame ditado popular no meio corporativo que diz que “quem não está contente que vá embora“. É o tipo de fala utilizada em culturas organizacionais baseadas no medo. Isso dava bastante certo há décadas, mas, caso você ocupe uma posição de liderança em 2016, prepare-se para as consequências ao proferir essa frase.

Perder um ótimo funcionário é algo terrível. Há a despesa de encontrar, integrar e treinar seu substituto. Há a incerteza sobre o rendimento do novo colaborador. Há a dificuldade do resto da equipe até que a posição seja preenchida.

Às vezes, há uma sólida razão por trás da decisão de ir embora — problemas de relacionamento, motivos pessoais ou uma proposta muito boa para ser rejeitada. Nesses casos, mesmo que seja uma transição difícil, não há nada que você possa fazer.

E quanto ao resto?

Manter seus melhores funcionários começa com entender o porquê de as pessoas saírem. Aqui estão cinco razões para você refletir a respeito.

1 – Excesso de hierarquia

Independentemente do tamanho da empresa ou do segmento de atuação, cada local de trabalho precisa de estrutura e lideranças, mas uma organização extremamente vertical deixa os trabalhadores infelizes. Se os gestores cobram ótimos resultados, mas não valorizam a geração de ideias e centralizam o poder de decisão, não espere que metas sejam alcançadas. Valorize as boas ideias e dê liberdade para que elas sejam colocadas em prática. Ninguém fica feliz ao ter que se reportar para três ou quatro níveis hierárquicos que, muitas vezes, sabem menos sobre determinado assunto.


2 – Excesso de trabalho

Qualquer função desempenhada passa por alguns períodos de estresse e sobrecarga, mas nada suga tanto a energia — física e mental — de um colaborador quanto o excesso de trabalho. E, muitas vezes, são os melhores funcionários — os mais capazes e comprometidos — que ficam mais sobrecarregados. Constantemente esses caras assumem mais e mais tarefas e projetos mostrando-se pró-ativos, mas esbarram na ausência de reconhecimento — como promoções e aumentos de salário — e logo desanimam. E quem poderia culpá-los? Você sentiria o mesmo.

3 – Visões vagas

O trio “missão, visão e valores” muitas vezes é meramente figurativo. Um enfeite num quadro bonito na recepção da empresa ou em seu website. Não há nada mais frustrante do que olhar para uma visão preenchida com sonhos altos, mas nenhuma tradução dessas aspirações em objetivos estratégicos que as tornem viáveis. Sem essa conexão, tudo é papo furado. Por que uma pessoa talentosa gastaria seu tempo e energia para apoiar algo indefinido? Os colaboradores gostam de saber que estão trabalhando para um bem maior, não apenas para que a roda gire.

4 – Falta de reconhecimento

Mesmo as pessoas mais altruístas querem ser reconhecidas e recompensadas por um trabalho bem feito. É a natureza humana. Quando você deixa de reconhecer o esforço de seus empregados, você não está só os desmotivando, mas também perdendo a maneira mais eficaz de gerar melhores resultados. Se seu orçamento é limitado para bônus e promoções, há muitas formas de baixo custo para fornecer o reconhecimento — uma palavra de apreço é gratuita. É bastante conveniente pedir que o funcionário “vista a camisa da empresa” enquanto ela não veste a dele. Pense nisso.

5 – Estagnação

Ninguém gosta da ideia de estar no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas, pelos próximos 05 ou 10 anos — por mais que você ame seu trabalho, novos desafios e atividades são importantes para seu crescimento. As pessoas gostam de sentir que ainda podem progredir em suas carreiras e que todo o trabalho duro será recompensado. Nós precisamos de aspirações. Se não há um plano de carreira e estrutura para o crescimento dos colaboradores, eles provavelmente procurarão isso em outro lugar. Nesse meio tempo, o cara que ouve que “quem não está contente que vá embora” — e não o faz de imediato por ter suas contas para pagar — estará muito mais propenso a se sentir infeliz no trabalho e, com isso, ser menos produtivo e ter um desempenho abaixo da média.

***

Muitas pessoas que deixam seus empregos o fazem por causa de seus chefes, não pelo trabalho ou pelo ambiente da empresa. Pergunte a si mesmo o que pode fazer para conduzir seus colaboradores adiante e começar a fazer as mudanças necessárias para mantê-los



DE: R$ 109,90

POR: R$ 98,91  -  OU   DE 

Plano de desenvolvimento pessoal: invista em você


Quanto o sucesso dos negócios depende do meu bem-estar? Muito

Você com certeza já teve diversas conquistas ao longo da sua vida, algumas maiores e outras menores. Eu já tive e, ainda sim, as vezes me pego pensando em meu próximo passo, para onde quero ir e como vou chegar lá.

A verdade é que tendo grande parte da minha carreira como empresária (empreendedora em startups) e executiva de negócios digitais dediquei bastante tempo à estratégia das empresas, gestão do time e também à aplicação tática. Quanto de tempo dediquei formalmente a fazer o mesmo pela minha vida? Muito pouco. E o quanto o sucesso dos negócios depende do meu bem-estar? Muito.

Você pode estar acostumado, assim como eu, a fazer planos de negócios, mas agora quero te convidar a fazer um plano de desenvolvimento pessoal ou um plano de negócios pessoal, se assim preferir.

Grande parte da responsabilidade sobre nosso sucesso está em nossas mãos e, se não cuidarmos da nossa vida da mesma forma que cuidamos da nossa carreira, as chances de que mais coisas deem errado (ou melhor: as chances de não sabermos lidar bem com o que dá errado) aumenta.

A seguir estão algumas dicas para você criar o seu plano de desenvolvimento pessoal. Pare, leia, e comece agora mesmo a investir na estratégia da sua vida, ela é sua, e você pode definir os próximos passos dela!

Itens fundamentais

Um ponto extremamente relevante é definir sua missão pessoal antes de iniciar o plano. Esse passo vai te permitir conhecer seus valores fundamentais e te guiar no processo de definição do balanço entre vida pessoal e profissional com um norte já definido (seus valores e sua missão). Acredito em mim: isso realmente ajuda a priorizar e pesar os objetivos que você vai colocar em seu plano, principalmente quando você lida com ambientes de grande incerteza e pressão.


Ao pensar em um plano de desenvolvimento pessoal, envolva as áreas mais relevantes para você, que afetam a sua vida. Além de definir metas de carreira, defina também metas familiares, financeiras, de hobbies e assim por diante. Se impacta a sua vida, você deve contemplar em seu plano.

Desenvolvimento das ações

Para te ajudar a refletir melhor sobre cada um dos itens que escolheu ou até mesmo para definir quais são as áreas em que colocará a sua atenção, você pode se fazer perguntas como:

- Onde eu estou agora?
- O que eu quero atingir e quando?
- Como eu chego lá a partir da onde estou?
- Como consigo fazer com que isso aconteça?

Assim como em um plano de negócios você precisa considerar quais recursos você tem disponíveis para conseguir atingir o sucesso em cada uma das áreas que definiu. Os recursos, no seu caso e no meu, não são somente financeiros, mas também emocionais, de capital humano (educação, experiência e habilidades) e assim por diante.

Metas e prioridades

Defina suas metas para cada uma das áreas que escolheu (as perguntas anteriores devem ter te ajudado a ter mais clareza para definir suas metas). Dúvidas sobre o que é mais relevante (por exemplo: passar mais tempo com a família x uma promoção no emprego)? Visite sua missão e valores fundamentais, eles vão te ajudar a colocar o peso certo para o que é mais relevante para você nesse momento, nesse plano.

As metas devem ter datas, o mais próximas o possível da realidade. Assim como em um plano de negócios as coisas podem mudar, mas tente ser o mais acertado possível, porque esse plano é seu compromisso com você mesmo.

Execução e revisão

Como tudo na vida, mais importante do que a definição é a execução em si. Quebre seu plano em partes menores: o que fará a cada mês, a cada semana, a cada dia, para atingir seus objetivos?

Revise seu plano com frequência, pois diversos fatores podem impactar os resultados e exigir mudanças na estratégia. O seu plano não deve ser esquecido na gaveta ou no seu computador e sim visitado e trabalhado constantemente, fazendo os ajustes necessários.

Periodicidade do plano

Eu indico fazer o seu plano de desenvolvimento pessoal uma vez ao ano, porém tenho uma amiga que diz que a vida dela sempre muda a cada 6 meses, é um ciclo interno dela que funciona assim. No caso dela, 6 meses é uma boa pedida.

Faça uma reflexão sobre de quanto em quanto tempo você mesmo pede por mudanças ou a vida as impõe, cada pessoa tem um ciclo pessoal próprio. Busque fazer um novo plano pelo menos pelo mesmo período de tempo em que tais mudanças maiores ocorrem para você.



Aproveite!

Conheça Greg Flynn, dono de 800 franquias de fast food nos EUA



Em 1997, Greg Flynn, um investidor imobiliário de 33 anos, recebeu uma ligação de seu pai, Donald Flynn. O advogado aposentado, que viajava pela ilha grega de Corfu, estava decidido a comprar uma vila local e precisava de US$ 2 milhões emprestados, o mais rápido possível.

O Flynn mais velho estava, naquela época, em uma viagem pelo mundo financiada pelos lucros de suas duas unidades do Burger King, em San Francisco, na Califórnia. Uma delas era uma mina de ouro na congestionada Avenida Van Ness, que costumava render US$ 2,5 milhões por ano e que, inclusive, ajudou a comprar a vila grega de seu pai.

O primogênito do empresário soube desde cedo que franquias davam dinheiro. Durante seus anos como investidor, ele abriu o Grupo de Restaurantes Flynn, que hoje controla 800 unidades de restaurantes como Applebee’s, Taco Bell e Panera Bread, que rendem US$ 1,9 bilhão por ano.

O Grupo de Restaurantes Flynn foi o primeiro dos Estados Unidos a reunir a administração de franquias de fast food. Considerada uma prática mais regional, o controle de franquias geralmente ficava nas mãos de pequenos proprietários das cidades norte-americanas.

Flynn é dono de mais de 25% da empresa e tem um assento no conselho da companhia. Ele diz que persistência e persuasão são duas das características chaves para o sucesso. “Pra chegar aonde cheguei, precisei convencer muita gente de que minha ideia era boa.” Fonte: http://www.forbes.com.br/negocios

MULHERES GANHAM ESPAÇO EM MERCADO DOMINADO POR HOMENS



Apenas 8% das startups que receberam investimento no Vale do Silício no ano passado eram lideradas por mulheres (Foto: Pexels)

Veja como empreendedoras e investidoras se firmam no mercado de startups

A diferença salarial entre homens e mulheres no mercado de trabalho assusta. Eles recebem até 30% mais para realizar as mesmas tarefas. Segundo o Fórum Econômico Mundial, as mulheres só terão igualdade neste campo em 2095. Algo parecido ainda acontece no mundo das startups. As mulheres fundam menos empresas, ocupam poucas posições de liderança e recebem menos investimentos.

Um estudo recente feito pela firma de investimento Female Founders Fund mostrou que apenas 8% das startups que receberam investimento no Vale do Silício no ano passado eram lideradas por mulheres. O percentual está 30% abaixo dos resultados do ano anterior.



Outro estudo, da Catalyst, mostra o fato mais contraditório: elas conseguem mais sucesso para as empresas: uma mulher fundadora aumenta em 50% a possibilidade de sucesso de uma startup. “Isso acontece porque as mulheres trazem pontos de vista diversos, que ajudam os negócios a crescer mais rápido. Ter mais mulheres empreendedoras e investidoras faz diferença”, diz Maria Rita Spina, diretora executiva da Anjos do Brasil, organização que reúne investidores-anjo.

Aos poucos, no entanto, as mulheres vão ocupando espaço no mercado de startups, como empreendedoras e investidoras, e provando que tecnologia é, sim, coisa de menina. “Elas estão cada vez mais se unindo para terem grupos com os mesmos interesses e aumentar suas motivações. Por isso, como investidora, eu faço um esforço para atrair mais mulheres para essa área”, diz Camila Farani, presidente do Gávea Angels e co-fundadora do grupo Mulheres Investidoras Anjo (MIA).

Um dos resultados concretos dessa união de mulheres foi o investimento do grupo na startup 33/34, especializada em sapatos para mulheres com pés pequenos. Segundo Tania Luz, fundadora da startup, a aproximação com as investidoras facilitou o aporte. “Eu particularmente não vejo diferença entre receber investimento de homens ou mulheres. Eles, de modo geral, são mais voltados para resultado final e as investidoras entendem mais o caminho. Neste caso, foi mais simples porque as mulheres entenderam mais rapidamente meu modelo de negócio”, diz Tania, que tem também investidores na plataforma.

O bom relacionamento com investidores homens também ajudou a consolidar a Trustvox, fundada por Tatiana Pezoa. “Tenho um board de investidores-anjo e todos são homens. E, por incrível que pareça, sempre tive muita facilidade com eles. Mas, o preconceito a gente sempre sente. A gente tem que estar sempre se provando. Todo santo dia. Meu pai me dizia que, pelo fato de ser mulher, as pessoas me avaliariam mais do que a um menino”, diz.

O que foi simples para Tania e Tatiana não funcionou para Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart, startup que auxilia na gestão de fazendas. Durante uma viagem ao Vale do Silício, Mariana participou de um evento de startups em que era a única mulher durante uma rodada de negócios. “Os investidores não paravam na minha mesa. Eles simplesmente pulavam para a próxima”, conta.

Formada em administração, Mariana, 25 anos, é filha de produtores rurais e empreende desde 2011. No ano passado, ela foi selecionada entre mais de 500 pessoas para representar o Brasil como bolsista na Singularity University, centro de estudos da Nasa, no Vale do Silício.

A empresa, que tem como sócios Raphael Pizzi e Thales Nicoleti, foi escolhida pelo Google para receber um investimento e participar do programa Launchpad Accelerator. “Eu já sofri muito com preconceito, principalmente no começo. É muito comum ser a única mulher nos eventos. E isso faz com que a gente sempre fique um pouco isolada. Não podemos deixar isso nos parar”, diz.

Para ela, o caminho está em criar mais modelos femininos no ambiente de negócios. “É preciso que as mulheres que estão à frente de startups apareçam, contem suas histórias e que tenham mais eventos sobre o assunto. Isso começa com a gente mesmo, não podemos esperar que os outros mudem”, afirma Mariana.

Criar modelos e escancarar o tema é a missão de Camila Achutti, fundadora e CTO da Ponte 21 e do curso de programação MasterTech. Formada em Ciências da Computação, Camila, 24 anos, assumiu a bandeira de convencer mulheres e crianças de que a programação não é um bicho de sete cabeças. “Mais de 60% das pessoas que participam do MasterTech são mulheres. A grande mudança foi simplesmente mudar o discurso. Não trabalhar a tecnologia como fim, mas como um meio de transformação”, diz Camila.

Para ela, é hora de tratar meninas e meninos como iguais desde a escola. “A escola não trata igual meninas e meninos na aula de matemática, por exemplo. Acho incrível ter mulheres empreendedoras, mas se não tiver trabalho de base, no colégio e na graduação, não teremos o desenvolvimento que queremos”, afirma Camila. Fonte: http://revistapegn.globo.com

Centauro - Loja de Esportes - Tenis, Roupas, Acessórios, Bikes, Bicicletas Caloi. Trabalhando sempre com famosas marcas: Nike, Adidas, Mizuno, Asics, Puma, UFC, Olympikus, Topper, Oakley, Penalty, Reebok, Timberland entre outras.



31/08/16

Palestra de Alberto Saraiva, fundador do Habib"s

Assista à palestra de Alberto Saraiva, que estudou medicina, mas transformou a padaria do pai em uma das principais franquias do setor de alimentação do País







28/08/16

Endeavor agora oferece cursos gratuitos para empreendedores


São 18 cursos à distância que abordam desde planejamento estratégico até marketing 

A partir desta semana, a Endeavor vai oferecer gratuitamente todos os seus cursos à distância (EAD) para empreendedores. São 18 cursos com aulas que cobrem finanças, investimento, planejamento estratégico, gestão de pessoas e até marketing, ministrados por especialistas como Maurício Vergani (diretor de Negócios Corporativos da Oi), Maximiliano Carlomagno (sócio-fundador da Innoscience, consultoria de inovação) e Steve Blank (um dos empreendedores do Vale do Silício).

Os cursos têm duração média de três a quatro horas e trazem conteúdo prático e relatos para empreendedores. Contam ainda com exercícios e material de apoio que estão disponíveis na plataforma da Endeavor.



Confira abaixo, a lista detalhada dos cursos online que serão disponibilizados pela organização:

1. Como Construir a Empresa Certa para os Clientes Certos

18. Planejamento e Gestão das Equipes de Vendas

Para acessar o conteúdo de todos os cursos, acesse o site do Endeavor à Distância.




Tênis Feminino Treino & Academia


De:R$ 599,90
Por:R$ 479,90

Agência virtual será o futuro dos bancos



Cliente não precisará mais falar com o gerente pessoalmente para abrir uma conta ou pedir um empréstimo

Até pouco tempo atrás, ser moderno era não precisar ir à agência do banco tradicional para fazer transferências, pagar contas e checar o saldo. Agora, a modernidade passa pela experiência de ser cliente de um banco sem agência.



As instituições financeiras brasileiras estão se estruturando para ter suas próprias versões de banco digital, desses que só se materializam nas telas de computadores e celulares.

O Banco Original, por exemplo, está em operação. Entre os de grande porte, o Bradesco é o que está mais avançado para lançar uma versão digital independente de sua estrutura tradicional.

Pioneiro na tecnologia, o Original, controlado pela Holding J&F Investimentos, criou a primeira instituição 100% digital, que permite ao cliente até abrir a conta remotamente. O anúncio do banco digital foi feito em março por Henrique Meirelles.

Antes de assumir o Ministério da Fazenda, Meirelles presidia o conselho da J&F, holding do grupo do qual fazem parte ainda as marcas de alimentos Friboi, Seara e Vigor, além da Havaianas, de calçados.

"Atendemos às expectativas do cliente de maior comodidade e qualidade do serviço, e ganhamos com processos internos mais ágeis", explica Wanderley Baccala, CIO do Original.

A instituição, criada há oito anos para fomentar a cadeia produtiva da pecuária, espera que o número de clientes atinja 2 milhões em dez anos. Com investimento de R$ 600 milhões em sua plataforma digital, o Original por enquanto concentra as atividades em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Dentro de pouco tempo, o Original terá concorrência. O Bradesco prepara a sua operação para os próximos meses. Uma estratégia de migração para o digital passa pela melhoria dos serviços do banco tradicional que já tem plataforma digital. Nessa fase, o Bradesco trata de implementar a ideia de multicanal. O objetivo é viabilizar que uma determinada operação comece num canal e continue em outro. Outra tática é substituir a segmentação pela personalização.

Na segmentação, a instituição foca na faixa de renda e no tipo de comportamento dos clientes, classificando-os em perfis.

Na personalização, o banco poderá, com auxílio de uma tecnologia que permite a análise de grande quantidade de dados, focar individualmente no cliente. Dessa maneira, o usuário poderá receber uma oferta do banco enquanto estiver concluindo uma transação.

Um diferencial do Bradesco é que o seu banco digital deverá ter o mesmo apelo de uma rede social, como o Facebook ou o WhatsApp, canais com os quais grande parcela dos clientes já está familiarizada. Fonte: http://estudio.folha.uol.com.br/pais-com-estilo/2016/07/1796598-agencia-virtual-sera-o-futuro-dos-bancos.shtml


PUBLICIDADE


Celular Smartphone Samsung Galaxy J5 Duos J500M Preto - Dual Chip, 4G, Tela 5, Câmera 13MP + Frontal 5MP com Flash, Quad Core de 1.2 Ghz, 16GB




DE: R$ 1.298,97

POR: R$ 779,22


27/08/16

Não deixe a época de campanha eleitoral atrapalhar o ambiente de trabalho


A empresa não pode impedir a livre manifestação dos empregados, mas precisa estar atenta para tomar posições em situações de extrema necessidade. Veja dicas de especialista em Direito do Trabalho

O início da campanha eleitoral traz a preocupação de que as discussões políticas contaminem o ambiente de trabalho. Diante de um cenário turbulento, onde as convicções estão cada vez mais acirradas, a empresa precisa saber lidar para que o bom andamento do serviço não seja prejudicado.

A advogada Michely Xavier, especialista em Direto do Trabalho da Roncato Advogados, coloca a ponderação como linha tênue para os debates. “Falar em limites dependerá de cada situação, já que vivemos em um país livre democraticamente. No entanto, os limites dos empregados terminam a partir do momento em que suas opiniões ou manifestações políticas ultrapassam a barreira do bom senso e isso atinja diretamente o exercício dos trabalhos dentro da empresa”, afirma.

Michely comenta que a empresa não pode impedir a livre manifestação dos empregados, mas precisa estar atenta para tomar posições em situações de extrema necessidade. De acordo com a advogada, “Caso os limites sejam ultrapassados, a empresa poderá intervir para que sejam tomadas providências como se fosse em qualquer outra situação. Deve ser apurada a conduta realizada para aplicação da sanção, seja advertência verbal, escrita e até mesmo a suspensão”.

A especialista em Direito do Trabalho, no entanto, fala que a panfletagem pode ser vedada. “A empresa, se assim quiser, poderá impedir qualquer distribuição de propaganda eleitoral dentro de seu estabelecimento”, diz. Outra medida é orientar que detentores de cargo de gestão não levantem discussões polêmicas durante o período eleitoral.

“A ideia que a empresa tem que passar aos seus empregados é que todos estão ali para cumprir com suas atividades laborativas de maneira harmoniosa e com responsabilidade inerente à cada função, independentemente de opinião política, opção sexual ou religião”, reforça Michely Xavier.

- http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/nao-deixe-a-epoca-de-campanha-eleitoral-atrapalhar-o-ambiente-de-trabalho/113230/



Shoptime

6x de R$ 100,00 sem juros


26/08/16

5 dicas para você se tornar uma pessoa mais confiante


A falta de confiança reprime nosso potencial, por isso é preciso vencê-la. Confira como abaixo

Para muitas pessoas, há sempre uma "ponte" a ser atravessada entre a pessoa que ela é e a pessoa que ela quer ser. Muita coisa pode ser necessária para que essa ponte possa ser atravessada e a pessoa realmente se encontre com quem ela quer ser. Um desses problemas muitas vezes é a falta de confiança. Pois ela reprime o potencial de qualquer pessoa. Quem não confia em si, não costuma ir muito longe. Neste artigo, eu elaborei 6 dicas para que você possa cultivar o Eu mais confiante que há dentro de você!

1- Não tenha medo de se expressar: 

Jamais tenha receio de expor suas ideias, nem de ter as atenções voltadas à você em situações positivas. Expressar-se e saber como se fazer isso é algo muito importante para a vida de qualquer pessoa e profissional.



2- Foque nos seus pontos fortes:
 

Os pontos fracos também devem ser trabalhados, mas são segundo plano. Busque focar o máximo nos seus pontos fortes. Como saber quais são eles? Pergunte a si mesmo: "O que eu consigo desempenhar com maestria?" e então invista nisso.

3- Obtenha feedback: 

Perca a timidez e sempre peça feedback de seus gestores ou superiores. Use isso como alavanca para crescer nos seus pontos positivos e melhorar no que for necessário. Busque conversar com as pessoas do seu trabalho, se interessar e fazer um bom networking.

4- Dê um passo além da zona de conforto: 

O título já é autoexplicativo. Mas vamos lá, procure uma nova atividade (nunca desista de bater novos desafios). Como isso ajudará a ser uma pessoa mais confiante? Exatamente por estar se expondo ao novo e desconhecido.

5- Faça a lição de casa: 

Construir autoconfiança é um processo que deve ser contínuo. Trabalhe nisso diariamente e você chegará lá.


aniversário americanas 22_08


12/08/16

É hora de pedir demissão?


Por Irene Azevedoh*

O que levar em conta antes de se demitir do seu atual emprego

Mudar de emprego é sempre um risco e na crise o risco é maior | Crédito: Pixabay
Nos momentos de crise, é hora de pedir demissão? Esta é uma pergunta frequente. Entretanto, a pergunta deveria ser: você está aprendendo algo na empresa e na posição em que está? Se a resposta for sim à pergunta, você não deverá pedir demissão sem antes considerar os pontos que mencionarei abaixo. Mudar de emprego é sempre um risco e na crise o risco é maior. Vamos, então, analisar esta situação.

Em momentos de incerteza, o ritmo dos negócios é rápido, muitas vezes as empresas têm que mudar de estratégia de uma hora para outra, isso vale para a empresa que você está ou para qual pretendia ir. Porém, na próxima empresa, você não tem histórico de realizações, não tem uma rede de relacionamento estabelecida. Além disso, em uma mudança estratégica nessa nova organização, você seria um alvo mais fácil da reestruturação.

Então, analisar criteriosamente o porquê do seu desejo de pedir demissão se torna crucial. Se o motivo é por não gostar do seu chefe ou não se dar bem com ele ou até não confiar nele, não peça demissão, pois seu aprendizado será maior se ficar, você sairá mais forte.

Se mudar de emprego sem resolver essa questão, muito provavelmente no próximo emprego encontrará o mesmo perfil de chefe. Quando a tempestade passar e você tiver aprendido a lidar com a situação, com certeza já estará em outro patamar de maturidade e, então, poderá decidir sair por outros motivos. Lembre-se: uma carreira é feita de aprendizados.

Se a resposta for não, ou seja, você não está aprendendo nada na empresa em que está nem no cargo que ocupa, mais uma vez vou aconselhar que analise criteriosamente o motivo pelo qual quer pedir demissão. Revisite todas as condições, procure alguém que confie e que entenda o mundo dos negócios ou até contrate um especialista em carreira para ajudá-lo nesta análise.

Depois de se assegurar que realmente não está aprendendo nada, vá para o quesito: crise versus incerteza nas empresas. Verifique todos os cenários mencionados acima em que sua empresa atual e a próxima empresa possam estar inseridas.

Nesta balança também devem estar seu conforto financeiro, caso algo imprevisível aconteça e você tenha que sair desta nova empresa. A questão financeira, entretanto, deveria ser uma constante para todos os profissionais empregados e não somente para aqueles que desejam realizar uma mudança.

O futuro tem que ser considerado em qualquer situação. Quando esta questão está mais resolvida podemos tomar decisões mais coerentes e adequadas para nossas carreiras. Só depois de passar por todos os pontos, decida se vai sair da empresa.

Resumindo, a hora de pedir demissão, depende dos motivos que o estão levando a esta decisão. Se a decisão não levar em conta aprendizados, seu conforto financeiro e cenário político-econômico que envolva as organizações e seus segmentos de mercado, ela será só emocional e meu conselho é não se demitir.

*Este artigo é de autoria de Irene Azevedoh, diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança da Consultoria LHH, e não representa necessariamente a opinião da revista

- http://vocesa.uol.com.br/noticias/carreira/e-hora-de-pedir-demissao.phtml#.V64g1VsrLIU

29/07/16

É possível ter um negócio social que dê lucro?



Editado por Mariana Desidério, deEXAME.com
Escrito por Lyana Bittencourt, especialista em empreendedorismo


À primeira vista parece algo que não faz muito sentido, prestar um serviço de cunho social e lucrar com isso. Soa antagônico ou para alguns até mesmo antiético. No entanto, a realidade pode ser completamente diferente e ter impacto positivo na economia e no desenvolvimento social de comunidades carentes.

Até pouco tempo atrás os negócios sociais faziam parte do portfólio das entidades sem fins lucrativos, cada uma com seu foco de atendimento às mais diversas necessidades da população carente, como por exemplo, abrigo para idosos, deficientes físicos, crianças, portadores de doenças graves e muitas outras.

Essas entidades em maioria são mantidas por doações, tanto de pessoas jurídicas quanto de pessoas físicas. Também são regidas por uma legislação própria, onde uma das obrigações é prestar contas e apresentar balanço de suas atividades, valores arrecadados e onde e como foram aplicados, uma vez que são mantidas por doações e também classificadas como empresas do terceiro setor.

Nos últimos anos a iniciativa social começou a despertar o interesse de empreendedores, que não viram barreiras entre ambição social e econômica.


Ou seja, entenderam que o trabalho com fins lucrativos pode sim gerar impacto social, e não há nada de errado nisso. Pelo contrário, esse modelo pode atrair ainda mais investidores para a causa social, gerando velocidade e escala para as ações, tentado diminuir a desigualdade e a pobreza, umas das principais deficiências do mundo moderno.

Os negócios sociais têm em seu cerne atividades que devem beneficiar pessoas de baixa renda, porém também têm o objetivo de serem lucrativos, gerando receita por meio da comercialização de produtos ou serviços que, por sua vez, remuneram os sócios ou geram capacidade de investimento para a própria empresa – acarretando na ampliação do seu potencial em ter efeito na sociedade.

Um belo exemplo disso, é o projeto kiteiras da Danone. A Danone, empresa de produtos lácteos, criou o projeto com foco no desenvolvimento do empreendedorismo para mulheres de baixa renda da região Nordeste por meio da venda porta a porta de kits de produtos Danone.

Ou seja, o projeto visa a venda de produtos para as comunidades de baixa renda, criando uma nova classe consumidora e ao mesmo tempo o desenvolvimento das comunidades por meio do empoderamento feminino. Mulheres que muitas vezes são as responsáveis pelo lar, mães solteiras, ou donas de casa sem atividade econômica.

Essas mulheres recebem treinamento, acompanhamento e começam a se sentir inseridas no mercado por meio do desenvolvimento de uma atividade econômica, a venda de produtos Danone, que por sua vez, gera receita para a companhia.

Olhando esse cenário, vejo que é um belo exemplo de como aliar a atividade econômica com o cunho social. Com tantas necessidades sociais que o Brasil e o mundo têm, não há quem possa dizer que isso está errado.

As iniciativas nesse sentido no Brasil ainda são pequenas, mas há que se abrir os olhos para o potencial desse mercado voltado para as classes D e E que atinge mais de 7 milhões de domicílios urbanos no país e que estão sedentos por investimento e desenvolvimento. Trata-se de uma janela de oportunidade que se abre para as empresas que tiverem olhos para ver.

Lyana Bittencourt é diretora de marketing e desenvolvimento do Grupo Bittencourt.

Frete Grátis nas compras acima de R$ 109

15/07/16

4 dicas para quem quer empreender, mas não sabe como começar


Editado por Mariana Desidério, deEXAME.com

Dúvida do leitor: Sempre quis ser empreendedor, mas não sei como levar essa ideia adiante. Onde conseguir orientação?
Respondido por David Kallás, especialista em empreendedorismo

Empreender é o sonho de muita gente. E, de fato, somos um país empreendedor. Considerando os dados mais recentes da população brasileira de 18 a 64 anos, de cerca de 130,7 milhões de indivíduos, estima-se que o número de empreendedores é de 45 milhões de indivíduos, divididos igualmente entre iniciais e estabelecidos, segundo dados da PNAD e do relatório GEM Brasil 2014.

As pesquisas também mostram que as taxas de sucesso de quem se prepara (empreendedores por oportunidade) são superiores às de quem não faz isso (empreendedores por necessidade). Dito isso, seguem algumas fontes de orientação para quem quer se planejar.

1. Estude: há diversos cursos gratuitos para empreendedores

Antes de procurar orientação com especialistas, prepare-se. Quanto mais você estudar, melhores serão suas perguntas. E não é necessário gastar nada com isso. Existem diversas plataformas que disponibilizam cursos gratuitos para empreendedores, tanto em inglês como em português. Entre as muitas ofertas, sugiro avaliar o coursera.org, o iTunes U, FGV Online, edx.org e endeavor.org.br.

Comece por cursos básicos de empreendedorismo, depois vá para estratégia e plano de negócios, inovação, vendas e marketing (inclusive digital). Avalie também cursos técnicos específicos de acordo com sua especialização ou ideia de negócio. Ao estudar, anote suas dúvidas e monte um questionário para as conversas com especialistas.

2. Converse com empreendedores estabelecidos e especialistas no tema

Ao contrário do que se pode imaginar, empreendedores normalmente são muito acessíveis para compartilhar suas histórias e aprendizados. Vasculhe na sua lista de amigos (e também de amigos de amigos) e certamente irá conseguir agendar algumas conversas.

Uma vez com o empreendedor, escute atentamente a história de cada um (serão diferentes) e tente identificar pontos em comum. Não deixe de perguntar sobre os principais acertos e também sobre os erros e saiba distinguir o que se adequa à sua situação. As mesmas dicas valem para especialistas no tema e professores.

3. Frequente fóruns, encontros e palestras sobre empreendedorismo

Muitas escolas de negócio e universidades mantém centros de empreendedorismo que oferecem encontros e palestras gratuitos. Além de ser um momento para aprender conceitos e práticas, esses eventos também são oportunidades de conhecer empreendedores e potenciais parceiros e fornecedores. Crie seu networking antes mesmo de precisar dele.

Uma forma de ficar antenado aos eventos é seguir os principais centros de empreendedorismo e demais associações (como a Endeavor) nas redes sociais, como Facebook, Linkedin ou Twitter.

4. Avalie a contratação de consultoria especializada, mas somente quando já tiver algum avanço

A contratação de serviços de consultoria é a forma mais fácil de conseguir orientação, mas também a mais cara. Portanto, deixe essa alternativa para quando já tiver avançado o máximo que conseguir em termos de planejamento. Ao fazer isso, suas perguntas serão mais assertivas e a consultoria mais produtiva.

Uma orientação final: buscar orientações de pessoas com experiência sempre é rico. Não deixe de fazer após começar, e até mesmo depois de ser muito bem-sucedido, pois o aprendizado nunca termina. E boa sorte no seu novo negócio!

David Kallás é professor de empreendedorismo dos cursos Certificates do Insper.

Como Frederico Trajano está mudando os rumos do Magazine Luiza



Frederico Trajano (Letícia Moreira)

Frederico Trajano herdou a personalidade decidida da mãe, Luiza Helena, e da tia, Luiza. O Magazine Luiza, hoje com 58 anos de operação, sempre foi um matriarcado — até agora. Desde janeiro deste ano, ele assumiu a presidência do grupo. É bem verdade que, antes do administrador de empresas formado pela Fundação Getulio Vargas com MBA em Stanford (EUA), a organização chegou a ser administrada brevemente por um executivo vindo das Casas Pernambucanas, Marcelo Silva. Mas agora, com um membro da família controladora novamente em seu comando, a companhia nascida em Franca, interior de São Paulo, volta a contemplar com força seu futuro. E ele é digital.



O filho mais velho de Luiza Helena, a icônica executiva do Magazine Luiza — hoje no conselho do grupo —, desde que tomou posse como presidente da companhia, já levou adiante dúzias de iniciativas para, no curto prazo, fortalecê-la diante da crise e, no longo prazo, torná-la uma das mais sofisticadas e tecnológicas operações de varejo do planeta.

Para o primeiro caso, os exemplos são muitos. “Neste momento, estamos renegociando os contratos de aluguel de mais de 300 lojas”, diz. Além disso, viagens de avião para altos funcionários na categoria executiva foram proibidas (só são aceitos deslocamentos na classe econômica) e custos vêm sendo cortados de forma ávida (“Otimizar despesas em lojas físicas é, nesse ramo, praticamente uma obrigação do gestor”). Duras negociações com os sindicatos dos comerciários conseguiram estabelecer um teto para o dissídio da categoria. A energia elétrica vem sendo usada com parcimônia. E — ótima notícia para os acionistas — em dezembro último o grupo renovou sua parceria com o BNP Paribas Cardif Brasil para a venda dentro da rede de itens de segurança. Valor que entrou nos cofres do Magazine Luiza com a operação: 330 milhões de reais.

Mas isso, como dito, são medidas que têm por objetivo capacitar a empresa a enfrentar os dias difíceis que correm. E que dias: o IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo) aponta que 2015 terminou com 3,9% de queda nas vendas do comércio. Ainda segundo o IDV, janeiro, fevereiro e março de 2016 também serão meses de retração nas compras por parte dos consumidores.

O segredo para não desanimar diante de tempos tão amargos, afirma Frederico, é ter a atitude mental correta: não permitir que o presente converta-se em algoz do futuro. “Estou plenamente consciente de que assumo a responsabilidade pela empresa em um momento economicamente muito complicado”, diz. “Mas não somos escravos da situação macro em que nos encontramos. Temos opções de crescimento e vamos usá-las.”

Embora assertivo, Frederico, tal como sua mãe, é bastante afável. Tem três filhos: uma menina de
8 anos, um menino de 7 e outra menina de apenas 6 meses. Quando se casou, fez uma lista on-line de presentes (um dos recursos que o site do Magazine Luiza proporciona) e descobriu, espantado, que ganhara sete grills da marca George Foreman (“Troquei todos por uma TV de tela plana”). Cultiva o sonho de voltar para o Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde fica Stanford, seu lugar predileto no mundo (“Ainda quero morar lá por algum tempo”).

Ele entrou na empresa em 2000, embora desde criança trabalhasse durante suas férias escolares no Magazine Luiza (o que é uma tradição na família Trajano). Sua primeira tarefa foi conceber o site do grupo. Seu cargo então era o de gerente de comércio eletrônico. Em 2004 tornou-se diretor de vendas de lojas físicas, internet e marketing. Em 2011, Frederico assumiu toda a logística e a tecnologia da companhia. No começo deste ano, virou CEO.

De todas essas opções, a fala de Frederico — e a história de sua vida — aponta para a mais premente: direcionar com ênfase a companhia para o mundo do comércio eletrônico. A intenção do executivo não é fazer do e-commerce um braço do grupo, tal como as lojas físicas ou o LuizaCred (uma financiadora) o são. O que o jovem (39 anos, mas aparentando menos) Trajano deseja é tornar toda a operação uma grande engrenagem de vendas digitais, com tudo o mais — inclusive as cerca de 790 lojas físicas que carregam o logo do Magazine Luiza — vindo a reboque de tal concepção. Ou, para usar a expressão incansavelmente repetida por Frederico: “O Magazine Luiza irá se tornar, sobretudo, uma empresa digital, mas com pontos físicos e calor humano”.

Mas por que simplesmente não criar um canal exclusivo de vendas eletrônicas para o grupo? Não seria algo mais simples de ser implantado? “Seria”, responde ele. “Mas também seria um caminho certo para o fracasso da operação. Criar um e-commerce apartado da rede física de varejo que já possuímos significa a negação dos conceitos de agilidade e economia que são a própria razão de ser desse recurso. Se você precisa replicar toda a sua estrutura burocrática e logística para ter um e-commerce, qual a razão de criá-lo? Apenas para pôr um site a mais na internet?”

Ainda nessa linha, ele vai além: “Afirmo que nós somos hoje a única operação de varejo do Brasil, e uma das únicas do planeta, que merece a designação de omni-channel. Ou seja, somos uma empresa dona de vários canais de venda que usam todos a mesma infraestrutura – mesmos centros de distribuição, mesma contabilidade, mesmo marketing… Com isso diminuímos brutalmente nossos custos e repassamos tal economia, via preços, aos consumidores”. E, reforçando seu argumento, Frederico garante: “Nenhum e-commerce do Brasil hoje dá lucro, com exceção do nosso. Me refiro a praticamente todos os meus concorrentes. São informações públicas”.



Divulgação

Ele se orgulha do que fez até aqui. “Nós temos um e-commerce que eu fundei em 2000 e que hoje representa 22% do faturamento da companhia. E vai continuar crescendo, mas jamais vai acabar com nossas lojas físicas. São canais não só complementares, mas coatuantes. Um dependerá cada vez mais do outro.” Como assim?

Frederico enxerga um futuro no qual, por exemplo, alguém no interior do Brasil compra um pneu de uma fábrica da Pirelli em São Paulo por meio do site do Magazine Luiza. O item seguirá diretamente da fábrica para a distante residência do comprador — e isso sem nem sequer passar pelos centros de distribuição da varejista. O Magazine será apenas o intermediário da transação, e ganhará uma porcentagem sobre a mesma. Em tempo: já é possível comprar pneus pelo site da companhia. E fraldas, acrescenta Frederico, talvez lembrando-se de seus três filhos. E, em breve, quase tudo que se possa imaginar. “Queremos ter um mostruário virtual com meio milhão de itens”, diz ele. “Isso é o que faz o Alibaba, o eBay. Vamos também por essa linha”, diz. O céu é o limite para o modelo de negócios que o jovem Trajano está implantando na empresa.

Nem tudo são flores para uma companhia brasileira nos dias que correm. Aliás, quase nada o é. O Magazine, entre janeiro e setembro de 2015, amargou um prejuízo de 13 milhões de reais. No mesmo período, sua receita bruta foi de 7,5 bilhões de reais. Um resultado amargo, levando-se em conta que durante todo o ano anterior a empresa teve 129 milhões de reais de lucro para uma receita bruta de 12,2 bilhões de reais. “O ano passado foi de fato triste. Este ano certamente também será. Mas não vamos nos deixar abater”, diz ele, que acrescenta: “Antes, as classes A e B não compravam conosco; agora, via comércio eletrônico, começaram a comprar”.

Confiante, Frederico é um liberal que acredita na força da iniciativa privada para que o Brasil volte a crescer. Desconfia da ingerência do Estado na economia e opina com certo desgosto sobre o cenário político brasileiro. “Por aqui o espectro eleitoral vai da esquerda pura e dura até a centro-esquerda, e ponto. Simplesmente não temos uma centro-direita com um discurso coerente em nossa política. Há tentativas nesse sentido, como este partido que surgiu, o Novo. Vamos ver”, diz. Para onde quer que se incline o país, Frederico Trajano já decidiu qual será o rumo do Magazine Luiza, e este é feito de bytes, lojas, calor humano e vendas — sobretudo muitas vendas.