28/08/16

Endeavor agora oferece cursos gratuitos para empreendedores


São 18 cursos à distância que abordam desde planejamento estratégico até marketing 

A partir desta semana, a Endeavor vai oferecer gratuitamente todos os seus cursos à distância (EAD) para empreendedores. São 18 cursos com aulas que cobrem finanças, investimento, planejamento estratégico, gestão de pessoas e até marketing, ministrados por especialistas como Maurício Vergani (diretor de Negócios Corporativos da Oi), Maximiliano Carlomagno (sócio-fundador da Innoscience, consultoria de inovação) e Steve Blank (um dos empreendedores do Vale do Silício).

Os cursos têm duração média de três a quatro horas e trazem conteúdo prático e relatos para empreendedores. Contam ainda com exercícios e material de apoio que estão disponíveis na plataforma da Endeavor.

Confira abaixo, a lista detalhada dos cursos online que serão disponibilizados pela organização:

1. Como Construir a Empresa Certa para os Clientes Certos

18. Planejamento e Gestão das Equipes de Vendas

Para acessar o conteúdo de todos os cursos, acesse o site do Endeavor à Distância.




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Agência virtual será o futuro dos bancos



Cliente não precisará mais falar com o gerente pessoalmente para abrir uma conta ou pedir um empréstimo

Até pouco tempo atrás, ser moderno era não precisar ir à agência do banco tradicional para fazer transferências, pagar contas e checar o saldo. Agora, a modernidade passa pela experiência de ser cliente de um banco sem agência.



As instituições financeiras brasileiras estão se estruturando para ter suas próprias versões de banco digital, desses que só se materializam nas telas de computadores e celulares.

O Banco Original, por exemplo, está em operação. Entre os de grande porte, o Bradesco é o que está mais avançado para lançar uma versão digital independente de sua estrutura tradicional.

Pioneiro na tecnologia, o Original, controlado pela Holding J&F Investimentos, criou a primeira instituição 100% digital, que permite ao cliente até abrir a conta remotamente. O anúncio do banco digital foi feito em março por Henrique Meirelles.

Antes de assumir o Ministério da Fazenda, Meirelles presidia o conselho da J&F, holding do grupo do qual fazem parte ainda as marcas de alimentos Friboi, Seara e Vigor, além da Havaianas, de calçados.

"Atendemos às expectativas do cliente de maior comodidade e qualidade do serviço, e ganhamos com processos internos mais ágeis", explica Wanderley Baccala, CIO do Original.

A instituição, criada há oito anos para fomentar a cadeia produtiva da pecuária, espera que o número de clientes atinja 2 milhões em dez anos. Com investimento de R$ 600 milhões em sua plataforma digital, o Original por enquanto concentra as atividades em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Dentro de pouco tempo, o Original terá concorrência. O Bradesco prepara a sua operação para os próximos meses. Uma estratégia de migração para o digital passa pela melhoria dos serviços do banco tradicional que já tem plataforma digital. Nessa fase, o Bradesco trata de implementar a ideia de multicanal. O objetivo é viabilizar que uma determinada operação comece num canal e continue em outro. Outra tática é substituir a segmentação pela personalização.

Na segmentação, a instituição foca na faixa de renda e no tipo de comportamento dos clientes, classificando-os em perfis.

Na personalização, o banco poderá, com auxílio de uma tecnologia que permite a análise de grande quantidade de dados, focar individualmente no cliente. Dessa maneira, o usuário poderá receber uma oferta do banco enquanto estiver concluindo uma transação.

Um diferencial do Bradesco é que o seu banco digital deverá ter o mesmo apelo de uma rede social, como o Facebook ou o WhatsApp, canais com os quais grande parcela dos clientes já está familiarizada. Fonte: http://estudio.folha.uol.com.br/pais-com-estilo/2016/07/1796598-agencia-virtual-sera-o-futuro-dos-bancos.shtml


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27/08/16

Não deixe a época de campanha eleitoral atrapalhar o ambiente de trabalho


A empresa não pode impedir a livre manifestação dos empregados, mas precisa estar atenta para tomar posições em situações de extrema necessidade. Veja dicas de especialista em Direito do Trabalho

O início da campanha eleitoral traz a preocupação de que as discussões políticas contaminem o ambiente de trabalho. Diante de um cenário turbulento, onde as convicções estão cada vez mais acirradas, a empresa precisa saber lidar para que o bom andamento do serviço não seja prejudicado.

A advogada Michely Xavier, especialista em Direto do Trabalho da Roncato Advogados, coloca a ponderação como linha tênue para os debates. “Falar em limites dependerá de cada situação, já que vivemos em um país livre democraticamente. No entanto, os limites dos empregados terminam a partir do momento em que suas opiniões ou manifestações políticas ultrapassam a barreira do bom senso e isso atinja diretamente o exercício dos trabalhos dentro da empresa”, afirma.

Michely comenta que a empresa não pode impedir a livre manifestação dos empregados, mas precisa estar atenta para tomar posições em situações de extrema necessidade. De acordo com a advogada, “Caso os limites sejam ultrapassados, a empresa poderá intervir para que sejam tomadas providências como se fosse em qualquer outra situação. Deve ser apurada a conduta realizada para aplicação da sanção, seja advertência verbal, escrita e até mesmo a suspensão”.

A especialista em Direito do Trabalho, no entanto, fala que a panfletagem pode ser vedada. “A empresa, se assim quiser, poderá impedir qualquer distribuição de propaganda eleitoral dentro de seu estabelecimento”, diz. Outra medida é orientar que detentores de cargo de gestão não levantem discussões polêmicas durante o período eleitoral.

“A ideia que a empresa tem que passar aos seus empregados é que todos estão ali para cumprir com suas atividades laborativas de maneira harmoniosa e com responsabilidade inerente à cada função, independentemente de opinião política, opção sexual ou religião”, reforça Michely Xavier.

- http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/nao-deixe-a-epoca-de-campanha-eleitoral-atrapalhar-o-ambiente-de-trabalho/113230/



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26/08/16

5 dicas para você se tornar uma pessoa mais confiante


A falta de confiança reprime nosso potencial, por isso é preciso vencê-la. Confira como abaixo

Para muitas pessoas, há sempre uma "ponte" a ser atravessada entre a pessoa que ela é e a pessoa que ela quer ser. Muita coisa pode ser necessária para que essa ponte possa ser atravessada e a pessoa realmente se encontre com quem ela quer ser. Um desses problemas muitas vezes é a falta de confiança. Pois ela reprime o potencial de qualquer pessoa. Quem não confia em si, não costuma ir muito longe. Neste artigo, eu elaborei 6 dicas para que você possa cultivar o Eu mais confiante que há dentro de você!

1- Não tenha medo de se expressar: 

Jamais tenha receio de expor suas ideias, nem de ter as atenções voltadas à você em situações positivas. Expressar-se e saber como se fazer isso é algo muito importante para a vida de qualquer pessoa e profissional.



2- Foque nos seus pontos fortes:
 

Os pontos fracos também devem ser trabalhados, mas são segundo plano. Busque focar o máximo nos seus pontos fortes. Como saber quais são eles? Pergunte a si mesmo: "O que eu consigo desempenhar com maestria?" e então invista nisso.

3- Obtenha feedback: 

Perca a timidez e sempre peça feedback de seus gestores ou superiores. Use isso como alavanca para crescer nos seus pontos positivos e melhorar no que for necessário. Busque conversar com as pessoas do seu trabalho, se interessar e fazer um bom networking.

4- Dê um passo além da zona de conforto: 

O título já é autoexplicativo. Mas vamos lá, procure uma nova atividade (nunca desista de bater novos desafios). Como isso ajudará a ser uma pessoa mais confiante? Exatamente por estar se expondo ao novo e desconhecido.

5- Faça a lição de casa: 

Construir autoconfiança é um processo que deve ser contínuo. Trabalhe nisso diariamente e você chegará lá.


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12/08/16

É hora de pedir demissão?


Por Irene Azevedoh*

O que levar em conta antes de se demitir do seu atual emprego

Mudar de emprego é sempre um risco e na crise o risco é maior | Crédito: Pixabay
Nos momentos de crise, é hora de pedir demissão? Esta é uma pergunta frequente. Entretanto, a pergunta deveria ser: você está aprendendo algo na empresa e na posição em que está? Se a resposta for sim à pergunta, você não deverá pedir demissão sem antes considerar os pontos que mencionarei abaixo. Mudar de emprego é sempre um risco e na crise o risco é maior. Vamos, então, analisar esta situação.

Em momentos de incerteza, o ritmo dos negócios é rápido, muitas vezes as empresas têm que mudar de estratégia de uma hora para outra, isso vale para a empresa que você está ou para qual pretendia ir. Porém, na próxima empresa, você não tem histórico de realizações, não tem uma rede de relacionamento estabelecida. Além disso, em uma mudança estratégica nessa nova organização, você seria um alvo mais fácil da reestruturação.

Então, analisar criteriosamente o porquê do seu desejo de pedir demissão se torna crucial. Se o motivo é por não gostar do seu chefe ou não se dar bem com ele ou até não confiar nele, não peça demissão, pois seu aprendizado será maior se ficar, você sairá mais forte.

Se mudar de emprego sem resolver essa questão, muito provavelmente no próximo emprego encontrará o mesmo perfil de chefe. Quando a tempestade passar e você tiver aprendido a lidar com a situação, com certeza já estará em outro patamar de maturidade e, então, poderá decidir sair por outros motivos. Lembre-se: uma carreira é feita de aprendizados.

Se a resposta for não, ou seja, você não está aprendendo nada na empresa em que está nem no cargo que ocupa, mais uma vez vou aconselhar que analise criteriosamente o motivo pelo qual quer pedir demissão. Revisite todas as condições, procure alguém que confie e que entenda o mundo dos negócios ou até contrate um especialista em carreira para ajudá-lo nesta análise.

Depois de se assegurar que realmente não está aprendendo nada, vá para o quesito: crise versus incerteza nas empresas. Verifique todos os cenários mencionados acima em que sua empresa atual e a próxima empresa possam estar inseridas.

Nesta balança também devem estar seu conforto financeiro, caso algo imprevisível aconteça e você tenha que sair desta nova empresa. A questão financeira, entretanto, deveria ser uma constante para todos os profissionais empregados e não somente para aqueles que desejam realizar uma mudança.

O futuro tem que ser considerado em qualquer situação. Quando esta questão está mais resolvida podemos tomar decisões mais coerentes e adequadas para nossas carreiras. Só depois de passar por todos os pontos, decida se vai sair da empresa.

Resumindo, a hora de pedir demissão, depende dos motivos que o estão levando a esta decisão. Se a decisão não levar em conta aprendizados, seu conforto financeiro e cenário político-econômico que envolva as organizações e seus segmentos de mercado, ela será só emocional e meu conselho é não se demitir.

*Este artigo é de autoria de Irene Azevedoh, diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança da Consultoria LHH, e não representa necessariamente a opinião da revista

- http://vocesa.uol.com.br/noticias/carreira/e-hora-de-pedir-demissao.phtml#.V64g1VsrLIU

29/07/16

É possível ter um negócio social que dê lucro?



Editado por Mariana Desidério, deEXAME.com
Escrito por Lyana Bittencourt, especialista em empreendedorismo


À primeira vista parece algo que não faz muito sentido, prestar um serviço de cunho social e lucrar com isso. Soa antagônico ou para alguns até mesmo antiético. No entanto, a realidade pode ser completamente diferente e ter impacto positivo na economia e no desenvolvimento social de comunidades carentes.

Até pouco tempo atrás os negócios sociais faziam parte do portfólio das entidades sem fins lucrativos, cada uma com seu foco de atendimento às mais diversas necessidades da população carente, como por exemplo, abrigo para idosos, deficientes físicos, crianças, portadores de doenças graves e muitas outras.

Essas entidades em maioria são mantidas por doações, tanto de pessoas jurídicas quanto de pessoas físicas. Também são regidas por uma legislação própria, onde uma das obrigações é prestar contas e apresentar balanço de suas atividades, valores arrecadados e onde e como foram aplicados, uma vez que são mantidas por doações e também classificadas como empresas do terceiro setor.

Nos últimos anos a iniciativa social começou a despertar o interesse de empreendedores, que não viram barreiras entre ambição social e econômica.

Ou seja, entenderam que o trabalho com fins lucrativos pode sim gerar impacto social, e não há nada de errado nisso. Pelo contrário, esse modelo pode atrair ainda mais investidores para a causa social, gerando velocidade e escala para as ações, tentado diminuir a desigualdade e a pobreza, umas das principais deficiências do mundo moderno.

Os negócios sociais têm em seu cerne atividades que devem beneficiar pessoas de baixa renda, porém também têm o objetivo de serem lucrativos, gerando receita por meio da comercialização de produtos ou serviços que, por sua vez, remuneram os sócios ou geram capacidade de investimento para a própria empresa – acarretando na ampliação do seu potencial em ter efeito na sociedade.

Um belo exemplo disso, é o projeto kiteiras da Danone. A Danone, empresa de produtos lácteos, criou o projeto com foco no desenvolvimento do empreendedorismo para mulheres de baixa renda da região Nordeste por meio da venda porta a porta de kits de produtos Danone.

Ou seja, o projeto visa a venda de produtos para as comunidades de baixa renda, criando uma nova classe consumidora e ao mesmo tempo o desenvolvimento das comunidades por meio do empoderamento feminino. Mulheres que muitas vezes são as responsáveis pelo lar, mães solteiras, ou donas de casa sem atividade econômica.

Essas mulheres recebem treinamento, acompanhamento e começam a se sentir inseridas no mercado por meio do desenvolvimento de uma atividade econômica, a venda de produtos Danone, que por sua vez, gera receita para a companhia.

Olhando esse cenário, vejo que é um belo exemplo de como aliar a atividade econômica com o cunho social. Com tantas necessidades sociais que o Brasil e o mundo têm, não há quem possa dizer que isso está errado.

As iniciativas nesse sentido no Brasil ainda são pequenas, mas há que se abrir os olhos para o potencial desse mercado voltado para as classes D e E que atinge mais de 7 milhões de domicílios urbanos no país e que estão sedentos por investimento e desenvolvimento. Trata-se de uma janela de oportunidade que se abre para as empresas que tiverem olhos para ver.

Lyana Bittencourt é diretora de marketing e desenvolvimento do Grupo Bittencourt.

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15/07/16

4 dicas para quem quer empreender, mas não sabe como começar


Editado por Mariana Desidério, deEXAME.com

Dúvida do leitor: Sempre quis ser empreendedor, mas não sei como levar essa ideia adiante. Onde conseguir orientação?
Respondido por David Kallás, especialista em empreendedorismo

Empreender é o sonho de muita gente. E, de fato, somos um país empreendedor. Considerando os dados mais recentes da população brasileira de 18 a 64 anos, de cerca de 130,7 milhões de indivíduos, estima-se que o número de empreendedores é de 45 milhões de indivíduos, divididos igualmente entre iniciais e estabelecidos, segundo dados da PNAD e do relatório GEM Brasil 2014.

As pesquisas também mostram que as taxas de sucesso de quem se prepara (empreendedores por oportunidade) são superiores às de quem não faz isso (empreendedores por necessidade). Dito isso, seguem algumas fontes de orientação para quem quer se planejar.

1. Estude: há diversos cursos gratuitos para empreendedores

Antes de procurar orientação com especialistas, prepare-se. Quanto mais você estudar, melhores serão suas perguntas. E não é necessário gastar nada com isso. Existem diversas plataformas que disponibilizam cursos gratuitos para empreendedores, tanto em inglês como em português. Entre as muitas ofertas, sugiro avaliar o coursera.org, o iTunes U, FGV Online, edx.org e endeavor.org.br.

Comece por cursos básicos de empreendedorismo, depois vá para estratégia e plano de negócios, inovação, vendas e marketing (inclusive digital). Avalie também cursos técnicos específicos de acordo com sua especialização ou ideia de negócio. Ao estudar, anote suas dúvidas e monte um questionário para as conversas com especialistas.

2. Converse com empreendedores estabelecidos e especialistas no tema

Ao contrário do que se pode imaginar, empreendedores normalmente são muito acessíveis para compartilhar suas histórias e aprendizados. Vasculhe na sua lista de amigos (e também de amigos de amigos) e certamente irá conseguir agendar algumas conversas.

Uma vez com o empreendedor, escute atentamente a história de cada um (serão diferentes) e tente identificar pontos em comum. Não deixe de perguntar sobre os principais acertos e também sobre os erros e saiba distinguir o que se adequa à sua situação. As mesmas dicas valem para especialistas no tema e professores.

3. Frequente fóruns, encontros e palestras sobre empreendedorismo

Muitas escolas de negócio e universidades mantém centros de empreendedorismo que oferecem encontros e palestras gratuitos. Além de ser um momento para aprender conceitos e práticas, esses eventos também são oportunidades de conhecer empreendedores e potenciais parceiros e fornecedores. Crie seu networking antes mesmo de precisar dele.

Uma forma de ficar antenado aos eventos é seguir os principais centros de empreendedorismo e demais associações (como a Endeavor) nas redes sociais, como Facebook, Linkedin ou Twitter.

4. Avalie a contratação de consultoria especializada, mas somente quando já tiver algum avanço

A contratação de serviços de consultoria é a forma mais fácil de conseguir orientação, mas também a mais cara. Portanto, deixe essa alternativa para quando já tiver avançado o máximo que conseguir em termos de planejamento. Ao fazer isso, suas perguntas serão mais assertivas e a consultoria mais produtiva.

Uma orientação final: buscar orientações de pessoas com experiência sempre é rico. Não deixe de fazer após começar, e até mesmo depois de ser muito bem-sucedido, pois o aprendizado nunca termina. E boa sorte no seu novo negócio!

David Kallás é professor de empreendedorismo dos cursos Certificates do Insper.

Como Frederico Trajano está mudando os rumos do Magazine Luiza



Frederico Trajano (Letícia Moreira)

Frederico Trajano herdou a personalidade decidida da mãe, Luiza Helena, e da tia, Luiza. O Magazine Luiza, hoje com 58 anos de operação, sempre foi um matriarcado — até agora. Desde janeiro deste ano, ele assumiu a presidência do grupo. É bem verdade que, antes do administrador de empresas formado pela Fundação Getulio Vargas com MBA em Stanford (EUA), a organização chegou a ser administrada brevemente por um executivo vindo das Casas Pernambucanas, Marcelo Silva. Mas agora, com um membro da família controladora novamente em seu comando, a companhia nascida em Franca, interior de São Paulo, volta a contemplar com força seu futuro. E ele é digital.



O filho mais velho de Luiza Helena, a icônica executiva do Magazine Luiza — hoje no conselho do grupo —, desde que tomou posse como presidente da companhia, já levou adiante dúzias de iniciativas para, no curto prazo, fortalecê-la diante da crise e, no longo prazo, torná-la uma das mais sofisticadas e tecnológicas operações de varejo do planeta.

Para o primeiro caso, os exemplos são muitos. “Neste momento, estamos renegociando os contratos de aluguel de mais de 300 lojas”, diz. Além disso, viagens de avião para altos funcionários na categoria executiva foram proibidas (só são aceitos deslocamentos na classe econômica) e custos vêm sendo cortados de forma ávida (“Otimizar despesas em lojas físicas é, nesse ramo, praticamente uma obrigação do gestor”). Duras negociações com os sindicatos dos comerciários conseguiram estabelecer um teto para o dissídio da categoria. A energia elétrica vem sendo usada com parcimônia. E — ótima notícia para os acionistas — em dezembro último o grupo renovou sua parceria com o BNP Paribas Cardif Brasil para a venda dentro da rede de itens de segurança. Valor que entrou nos cofres do Magazine Luiza com a operação: 330 milhões de reais.

Mas isso, como dito, são medidas que têm por objetivo capacitar a empresa a enfrentar os dias difíceis que correm. E que dias: o IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo) aponta que 2015 terminou com 3,9% de queda nas vendas do comércio. Ainda segundo o IDV, janeiro, fevereiro e março de 2016 também serão meses de retração nas compras por parte dos consumidores.

O segredo para não desanimar diante de tempos tão amargos, afirma Frederico, é ter a atitude mental correta: não permitir que o presente converta-se em algoz do futuro. “Estou plenamente consciente de que assumo a responsabilidade pela empresa em um momento economicamente muito complicado”, diz. “Mas não somos escravos da situação macro em que nos encontramos. Temos opções de crescimento e vamos usá-las.”

Embora assertivo, Frederico, tal como sua mãe, é bastante afável. Tem três filhos: uma menina de
8 anos, um menino de 7 e outra menina de apenas 6 meses. Quando se casou, fez uma lista on-line de presentes (um dos recursos que o site do Magazine Luiza proporciona) e descobriu, espantado, que ganhara sete grills da marca George Foreman (“Troquei todos por uma TV de tela plana”). Cultiva o sonho de voltar para o Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde fica Stanford, seu lugar predileto no mundo (“Ainda quero morar lá por algum tempo”).

Ele entrou na empresa em 2000, embora desde criança trabalhasse durante suas férias escolares no Magazine Luiza (o que é uma tradição na família Trajano). Sua primeira tarefa foi conceber o site do grupo. Seu cargo então era o de gerente de comércio eletrônico. Em 2004 tornou-se diretor de vendas de lojas físicas, internet e marketing. Em 2011, Frederico assumiu toda a logística e a tecnologia da companhia. No começo deste ano, virou CEO.

De todas essas opções, a fala de Frederico — e a história de sua vida — aponta para a mais premente: direcionar com ênfase a companhia para o mundo do comércio eletrônico. A intenção do executivo não é fazer do e-commerce um braço do grupo, tal como as lojas físicas ou o LuizaCred (uma financiadora) o são. O que o jovem (39 anos, mas aparentando menos) Trajano deseja é tornar toda a operação uma grande engrenagem de vendas digitais, com tudo o mais — inclusive as cerca de 790 lojas físicas que carregam o logo do Magazine Luiza — vindo a reboque de tal concepção. Ou, para usar a expressão incansavelmente repetida por Frederico: “O Magazine Luiza irá se tornar, sobretudo, uma empresa digital, mas com pontos físicos e calor humano”.

Mas por que simplesmente não criar um canal exclusivo de vendas eletrônicas para o grupo? Não seria algo mais simples de ser implantado? “Seria”, responde ele. “Mas também seria um caminho certo para o fracasso da operação. Criar um e-commerce apartado da rede física de varejo que já possuímos significa a negação dos conceitos de agilidade e economia que são a própria razão de ser desse recurso. Se você precisa replicar toda a sua estrutura burocrática e logística para ter um e-commerce, qual a razão de criá-lo? Apenas para pôr um site a mais na internet?”

Ainda nessa linha, ele vai além: “Afirmo que nós somos hoje a única operação de varejo do Brasil, e uma das únicas do planeta, que merece a designação de omni-channel. Ou seja, somos uma empresa dona de vários canais de venda que usam todos a mesma infraestrutura – mesmos centros de distribuição, mesma contabilidade, mesmo marketing… Com isso diminuímos brutalmente nossos custos e repassamos tal economia, via preços, aos consumidores”. E, reforçando seu argumento, Frederico garante: “Nenhum e-commerce do Brasil hoje dá lucro, com exceção do nosso. Me refiro a praticamente todos os meus concorrentes. São informações públicas”.



Divulgação

Ele se orgulha do que fez até aqui. “Nós temos um e-commerce que eu fundei em 2000 e que hoje representa 22% do faturamento da companhia. E vai continuar crescendo, mas jamais vai acabar com nossas lojas físicas. São canais não só complementares, mas coatuantes. Um dependerá cada vez mais do outro.” Como assim?

Frederico enxerga um futuro no qual, por exemplo, alguém no interior do Brasil compra um pneu de uma fábrica da Pirelli em São Paulo por meio do site do Magazine Luiza. O item seguirá diretamente da fábrica para a distante residência do comprador — e isso sem nem sequer passar pelos centros de distribuição da varejista. O Magazine será apenas o intermediário da transação, e ganhará uma porcentagem sobre a mesma. Em tempo: já é possível comprar pneus pelo site da companhia. E fraldas, acrescenta Frederico, talvez lembrando-se de seus três filhos. E, em breve, quase tudo que se possa imaginar. “Queremos ter um mostruário virtual com meio milhão de itens”, diz ele. “Isso é o que faz o Alibaba, o eBay. Vamos também por essa linha”, diz. O céu é o limite para o modelo de negócios que o jovem Trajano está implantando na empresa.

Nem tudo são flores para uma companhia brasileira nos dias que correm. Aliás, quase nada o é. O Magazine, entre janeiro e setembro de 2015, amargou um prejuízo de 13 milhões de reais. No mesmo período, sua receita bruta foi de 7,5 bilhões de reais. Um resultado amargo, levando-se em conta que durante todo o ano anterior a empresa teve 129 milhões de reais de lucro para uma receita bruta de 12,2 bilhões de reais. “O ano passado foi de fato triste. Este ano certamente também será. Mas não vamos nos deixar abater”, diz ele, que acrescenta: “Antes, as classes A e B não compravam conosco; agora, via comércio eletrônico, começaram a comprar”.

Confiante, Frederico é um liberal que acredita na força da iniciativa privada para que o Brasil volte a crescer. Desconfia da ingerência do Estado na economia e opina com certo desgosto sobre o cenário político brasileiro. “Por aqui o espectro eleitoral vai da esquerda pura e dura até a centro-esquerda, e ponto. Simplesmente não temos uma centro-direita com um discurso coerente em nossa política. Há tentativas nesse sentido, como este partido que surgiu, o Novo. Vamos ver”, diz. Para onde quer que se incline o país, Frederico Trajano já decidiu qual será o rumo do Magazine Luiza, e este é feito de bytes, lojas, calor humano e vendas — sobretudo muitas vendas.

09/07/16

Como trabalhar com a família sem brigar?



Escrito por Luiz Marcatti, especialista em empresas familiares

Uma empresa, além de todo o ideal empresarial e profissional, traz em seu ambiente uma relação entre pessoas movidas pelas relações de poder e dinheiro. Já uma empresa familiar acrescenta aspectos ligados aos sentimentos que a formam e que são cultivados entre seus membros, o que pode ser muito positivo, mas também carregar em si um potencial destrutivo, como já abordado em outros artigos.

Uma das situações mais corriqueiras e, exatamente por isso, geradoras de problemas é a crença de que a empresa existe para servir à família, às necessidades e aos interesses de seus membros, quando, na realidade, o que sustenta a longevidade desses empreendimentos é exatamente o contrário. Os familiares prestam serviços à empresa familiar e, por consequência, beneficiam-se do seu êxito, tanto no aspecto profissional quanto financeiro.

A instalação de boas práticas de governança corporativa e da profissionalização de sua administração mostra-se decisiva na adequação da estrutura e na preparação e adequação das pessoas que trabalham na empresa, com vistas a criar e manter um ambiente propício à sua sustentabilidade ao longo do tempo.

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Esperar que as pessoas ajam por bom senso no papel de sócios, profissionais e familiares ao mesmo tempo, em busca de um benefício comum, é viver uma ilusão de alto risco, por desconsiderar as ambições e agendas pessoais, que sempre irão afetar as relações. Para mitigar esse potencial de problemas, é preciso que se estabeleça o senso comum, que guiará as relações nos diversos ambientes.

Para ter sucesso, a governança corporativa e familiar, bem como os processos de profissionalização da gestão, devem estar amparados e guiados pelo senso de coletividade, ou seja, o que é melhor para a sociedade, para o negócio e para a família. Não para um ou outro.

Entre os sócios, a elaboração e implantação de um acordo societário, que represente os interesses e as expectativas da maioria, é o melhor caminho para pavimentar essa relação, protegendo-a de interesses individuais, privilegiando o grupo.

Da mesma forma, a escolha das pessoas que trabalham na empresa, sendo ou não membro da família empresária, deve ter como base os requisitos técnicos e comportamentais necessários ao papel que irão cumprir. Para tanto, a clareza dos papéis, responsabilidades e desempenho esperado, além de uma remuneração com base na meritocracia, serão decisivos na performance da empresa e na qualidade das relações.

Na família, cultivar os seus valores e manter viva sua história ao longo das gerações são fatos imprescindíveis na formação da consciência social, que deve estar presente nos herdeiros de um empreendimento que gera riqueza para si, para as famílias e para a sociedade com quem convivem.

Luiz Marcatti é sócio da consultoria Mesa Corporate Governance.

Fonte: por Semio Timeni Segundo

Como convencer seu chefe a deixar você trabalhar de casa


Home office: Seu chefe precisa confiar que você não vai desapontá-lo
Júlia Warken, doMdeMulher


Menos estresse no trânsito, mais economia no almoço e o conforto daquele moletom surrado... Trabalhar de casa tem uma série de vantagens e, em muitos casos, realmente funciona. O problema é que o home office ainda está relacionado a pontos negativos e tem muito chefe que torce o nariz para esse novo jeito de trabalhar. Mas calma, cada vez mais pessoas estão aderindo a ideia, especialmente nas grandes cidades, onde chegar ao escritório muitas vezes é uma verdadeira saga. Então se liga nessas dicas para convencer a chefia de que trabalhar em casa pode ser uma boa ideia.

1. Em primeiro lugar, analise se o home office é realmente viável

Nada de dar um passo maior do que a perna, OK? Analise cuidadosamente se a empreitada vai funcionar de fato. Você tem todos os equipamentos que precisa em casa? É OK comunicar-se apenas remotamente com os colegas de trabalho? Caso necessite fazer ligações internacionais, por exemplo, isso não vai ser um problema? Na sua casa existe um cantinho organizado e propício para o trabalho? E existe silêncio? Avaliar tudinho com cuidado é indispensável para não cometer uma baita gafe.

2. Analisou tudo? Então mostre isso ao chefe

Antes que ele faça essas perguntas que você acabou de ler no item 1, adiante-se e exponha a sua análise a respeito das condições favoráveis. Transparecer segurança é um ponto importantíssimo, só assim seu chefe dará esse voto de confiança.

3. Fale sobre economia de tempo

Você leva uma hora para ir e outra para voltar do trabalho? Exponha isso ao seu chefe. Quem sabe não dá para converter esse tempo inútil em maisprodutividade? Leve propostas nesse sentido.

4. Fale sobre qualidade de vida

Estresse no trânsito e no transporte público são coisas que fazem parte da vida de quem trabalha longe de casa. E esse estresse pode ser um baita calcanhar de aquiles na vida profissional. Fale sobre o tempo gasto tanto de forma quantitativa, quanto qualitativa. Chefes inteligentes sabem que a qualidade de vida reflete diretamente no rendimento dos funcionários.

5. Fale sobre economia de dinheiro

Calcule quanto você gasta para trabalhar fora de casa e avalie se você está disposto a ajustar o seu salário. Se a resposta for "sim", então essa é uma grande carta que você tem na manga! Outra coisa: se você não está usando o espaço físico da empresa, automaticamente seu chefe tem menos gastos com energia, água, telefone, materiais de escritório e até café.

6. Se possível, fale sobre horários alternativos

Esse não é um item que se aplica a todo tipo de trabalho, mas em alguns casos é válido argumentar que você costuma ser mais produtivo à noite, por exemplo. Você realmente precisa estar trabalhando das 9h às 18h ou pode flexibilizar seus horários? Analise esse aspecto e, se possível, use ele a seu favor.

7. Mostre-se disposto a encarar novos desafios

Esse não é o momento de fazer corpo mole. Seu chefe precisa ter a confiança de que você não vai desapontá-lo nessa nova fase. A maioria dos empregadores gosta de ver com os próprios olhos a postura profissional dos contratados, coisa que ele não poderá fazer enquanto você estiver em casa. Compense isso mostrando que você é capaz de impressioná-lo mesmo à distância.

8. Proponha um teste

As coisas não acontecem da noite para o dia, né? Mostre-se aberta a fazer uma tentativa, assim seu chefe pode avaliar a experiência para comprar (ou não) a ideia.

9. Proponha um home office parcial

Mesmo assim ele não está muito convencido de que a proposta é boa? Tente negociar um esquema "meio a meio". Alguns chefes concordam que o funcionário passe a manhã trabalhando em casa e vá ao escritório apenas de tarde, por exemplo. E isso é uma mão na roda para escapar da hora do rush! No final das contas, isso pode acabar funcionando como um teste para que no futuro você tente flexibilizar seu horário ainda mais.

10. Comprometa-se com o feed back

Desde o início você precisa deixar claro que, caso o chefe note uma queda no seu rendimento, você pode voltar a trabalhar da mesma forma que antes. Mais uma vez, é preciso estar ciente de que ele estará de olhos bem abertos, afinal, esse é um voto de confiança depositado em você. Lembre-se que autodisciplina é alma do negócio no home office e mostre que você é capaz de fazer essa experiência dar certo. Fonte: http://exame.abril.com.br

Cinco cursos gratuitos para ajudar empreendedores a enfrentarem seus maiores medos

Se alguém disser para você que empreender é como passear em um parque, pode ter certeza: essa pessoa não sabe do que está falando. A não ser que ela tenha se esquecido de acrescentar dois detalhes: que é como passear em um parque desconhecido e, por vezes, assombrado. Aí, sim, a analogia faria mais sentido.

O ato de empreender tem tudo a ver com a exploração de um novo território – e com os riscos que isso implica. Não adianta se basear só na experiência de quem já se aventurou por aí: essa experiência é fundamental, sem dúvida, mas existem descobertas que você fará sozinho(a). Os aprendizados de outros empreendedores vão te ajudar a se preparar para alguns desafios, só que é aquela história: eles são eles, você é você. Com suas próprias habilidades e limitações, com sua própria forma de encarar os fantasmas que geralmente tiram o sono de quem empreende.

Felizmente, além do testemunho de quem já enfrentou essas ameaças, existem instrumentos que podem te ajudar a superá-las. São cursos totalmente online e gratuitos para você entender que não se tratam de nada além disso: meras assombrações. E que, vindas das sombras, não podem resistir à luz do conhecimento (aplicável).

Vamos conhecer algumas delas, e os cursos certeiros para combatê-las:

1. O temível cliente desconhecido



Uma figura espectral, sem perfil nem vontade definidos, e a qual, por isso, você não faz ideia de como abordar. É, não conhecer bem o público que consome seu produto ou serviço pode ser mesmo assustador.

Mas existe um curso criado exatamente para resolver esse problema. É o Como Construir a Empresa Certa para os Clientes Certos.

Com ele, você vai aprender a identificar as verdadeiras dores e as necessidades não satisfeitas dos clientes. São cerca de seis horas de vídeo-aulas com Steve Blank, empreendedor do Vale do Silício. E se o seu inglês não está tinindo, não se preocupe: tem legendas em português.

Pode acreditar: depois desse curso, o cliente desconhecido não vai mais tirar seu sono!

2. O medonho descontrole financeiro



Perder o controle sobre as finanças é um dos maiores medos dos empreendedores. Se você é vítima disso, não se preocupe: é perfeitamente normal que você pode entenda tudo sobre um produto, um serviço ou um mercado específico, mas nada de planilhas ou cálculos.

E para te ajudar a entender, existe o curso Finanças Básicas para Empreendedores. Com ele, você aprende a pegar esse touro pelos chifres, controlando as entradas e saídas do seu caixa e garantindo a saúde financeira da sua empresa. Neste caso, as vídeo-aulas são ministradas pelo mentor Endeavor Marcelo Nakagawa, verdadeiro craque no assunto. São mais ou menos quatro horas de conteúdo totalmente online e grátis.

3. O abominável retorno sobre os investimentos em Marketing



As ferramentas de Marketing podem ser poderosas aliadas da sua empresa – desde que bem conhecidas e utilizadas. Do contrário, você corre o risco de investir tempo e dinheiro em esforços infrutíferos, o que pode ser letal para sua gestão. Não é apavorante?

O curso Introdução ao Marketing para Empreendedores atua exatamente nessa questão. Aqui você aprende a definir sua estratégia de Marketing, a posicionar sua marca e a conquistar mais clientes. Ou seja, o curso joga luz em uma área que pode ser para lá de assombrada.

São pouco mais de quatro horas de vídeo-aulas ministradas por Leonardo Filardi, especialista em negócios de alto crescimento.

4. O assustador funil de vendas



Imagine a situação: você tem uma vaga ideia de como é a jornada de compra do seu consumidor, mas ainda não consegue encaixá-lo em um funil de vendas. Ou seja, ele não está totalmente fidelizado e pode correr para os braços da concorrência. Uma perspectiva angustiante e aflitiva, não?

Ainda bem que você pode contar com o curso Como Aumentar e Gerencias Suas Vendas para evitar essa situação. Com as quatro horas de vídeo-aulas, você vai aprender a estruturar uma estratégia de vendas para alavancar receitas e garantir maior satisfação dos clientes. O conteúdo é ministrado pelo especialista Thiago de Carvalho.

5. A amedrontadora incerteza sobre como crescer



Se você está ansioso para avançar nos negócios mas não construiu uma estrutura sólida para crescer, esse próximo passo pode causar problemas.

E para resolvê-los, foi criado o curso Como tornar seu negócio escalável e inovador, que ensina como inovar e criar um negócio com alto potencial de crescimento.

São cinco horas de vídeo-aulas com conteúdo totalmente aplicável, ministrado pela especialista Camila Key.

Enfim, esses cursos são algumas armas para te ajudar a combater monstrinhos que vivem causando ansiedade em quem empreende. O importante é adquirir conhecimento e botar para fazer. Porque só assim você vai descobrir sua própria forma de vencer esses medos. Boa sorte!

Fonte: Semio Timeni Segundo -https://semio.com.br
Da Endeavor Brasil

08/07/16

5 sinais de que está na hora de sair do emprego e empreender


Saindo do emprego: alguns sinais podem mostrar que você está preparado para essa grande decisão


São Paulo – Abandonar de vez a vida de empregado e ser dono da própria empresa é o sonho de muita gente. Mesmo assim, poucos chegam a concretizar esse desejo. Isso porque o medo toma conta: será que estou pronto para viver apenas do meu negócio?

Felizmente, alguns sinais podem mostrar que você está preparado para essa grande tarefa. E, segundo todos os especialistas consultados por EXAME.com, chega uma hora na qual virar a página realmente ajuda o negócio a se expandir.

“Nesse momento histórico em que a gente está vivendo, com a globalização e o acirramento da concorrência, nunca a falta de foco foi tão punida. Se com atenção já e difícil ser bem sucedido, imagine sem ela”, sentencia Marcelo Veras, CEO da Inova Business School.

Para obter sucesso, não adianta simplesmente delegar a gestão para alguém próximo e permanecer no conforto do emprego fixo – a não ser que seu empreendimento seja extremamente automatizado.

“Na maioria das pequenas empresas, o estilo de administração e a essência do negócio são um reflexo do próprio empreendedor. Sua figura é muito relevante, já que o olhar do dono é único”, afirma Adriano Augusto Campos, consultor do Sebrae. Isso é especialmente verdade em negócios que precisam muito do contato com fornecedores e clientes, operando em horário comercial – o varejo, por exemplo.

Porém, mesmo que seja fundamental se dedicar integralmente para que seu negócio cresça, também não dá para abandonar o emprego sem o mínimo de preparação..

“Tem que ter uma garantia, inclusive financeira, porque existe um risco de o negócio não dar certo. Tenha um plano de retorno ao mundo de funcionário [ou seja, não saia do emprego atual de forma arrogante, fechando as portas] e tenha uma reserva de capital. Com essa tranquilidade, você pode tomar decisões melhores”, afirma Lucia Barbosa de Oliveira, professora de Gestão de Carreiras do Ibmec/RJ.

A docente cita três pontos que você já deve ter cumprido ao tomar essa decisão: autoconhecimento, estudo apurado do mercado e networking estabelecido. “Confira se ser empreendedor é mesmo o que você quer, se você conhece bem o mercado em que atua ou vai atuar e se você tem uma rede de relacionamentos que pode ajudá-lo a ser bem sucedido.”

Não tem certeza de que este é o momento de largar o emprego e se dedicar somente ao seu empreendimento? Veja, a seguir, alguns sinais que podem indicar que já está na hora de deixar de ser funcionário:

1. Você não aguenta mais o seu trabalho

Você começa a semana já rezando para que a sexta-feira chegue logo? Pode ser que você esteja insatisfeito temporariamente. Ou também pode ser um alerta de que essa vida de funcionário não corresponde mais aos seus objetivos de carreira.

“Nenhum trabalho é perfeito e todo mundo engole sapos eventualmente. Mas, se isso é recorrente e não há perspectiva de mudança, talvez esse seja seu final nesse emprego e nesse estilo de vida de funcionário”, alerta Lucia.

Um sinal de que isso ocorre é quando você comete pequenas falhas, o que não acontecia antes. “A vontade de ir ao trabalho diminui a ponto de afetar o rendimento. Isso é relativamente comum: a desmotivação gera desatenção com detalhes e o foco fica em outra atividade, longe do emprego”, conta Campos.

É preciso praticar o autoconhecimento para encontrar a resposta sobre se você quer mesmo abrir seu negócio. Foi o que aconteceu com Veras. “Eu já tinha passado tanto por multinacionais quanto por empresas familiares. Vinte anos de carreira depois, olhei para tudo aquilo e pensei que queria mesmo era ter uma operação minha. Isso foi um sinal de que não só o ciclo na empresa já havia terminado, mas também meu ciclo como funcionário.”

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2. Você quer fazer algo que não é possível no emprego

Muitos funcionários já passaram por uma situação bem complicada: eles têm ideias que consideram geniais, mas a empresa não pensa da mesma forma e, portanto, descarta a sugestão.

Alguns ficam tão desapontados com essa atitude que pensam em como seria ter seu próprio negócio. A situação fica ainda mais crítica caso sua área de interesse não tenha nada a ver com seu emprego atual.

“Muito do que você gostaria de fazer não está na empresa dos outros. Esse sentimento de querer fazer algo que tenha sua alma, algo em que você acredita, é um grande motivador para largar o emprego e investir integralmente na sua ideia”, conta Veras, da Inova Business School.

Essa sensação de que você possui uma missão maior é também conhecida como “propósito”. É algo extremamente subjetivo, mas já serve como sinal de que essa pode ser a hora de colocar seu sonho em prática, alerta Campos, do Sebrae.

“Ao longo do tempo, o futuro empreendedor vai descobrindo que tem outras motivações profissionais. Ele se pergunta se está no caminho certo, e então percebe que gosta muito mais de seu empreendimento paralelo.”

3. Você já mostra que sabe empreender, mesmo sendo funcionário

Mais um sinal de que você deveria investir mais no seu negócio é se você já desenvolveu suas habilidades empreendedoras no próprio emprego: ou seja, tornou-se um “intraempreendedor”.

“Alguns sinais de que você é um intraempreendedor é conseguir movimentar e inspirar seus colegas; solucionar problemas com o apoio destes; transitar entre departamentos da corporação; e, por fim, liderar processos que você até não chefia oficialmente”, enumera Campos.

“Tudo isso significa que você poderá desempenhar o papel de um empresário – que é assumir diversas responsabilidades dentro de um empreendimento.”

4. O negócio exige muito do seu tempo

Por mais que você se dedique, dá para sentir que seu negócio se expandiria se você pudesse investir mais tempo nele? Por trabalhar no horário comercial, você perdeu oportunidades de fechar negócio no seu empreendimento? Então, preste atenção: esse é um sinal de que talvez seja precisa tomar a decisão de abandonar o conforto do emprego atual.

“Se o seu cliente começa a ficar inseguro, é preciso repensar essa situação de conciliação de trabalhos”, afirma Campos, do Sebrae. Por exemplo, quando esse consumidor precisa ser acompanhado no horário comercial, mas você não pode por conta do seu emprego fixo; ou quando seu e-commerce fica fora do ar e, por estar no trabalho, você não consegue resolver a situação com a rapidez necessária.

“De repente, sua forma de se organizar dava tempo e agora não dá mais: temos um sinal de que o negócio está pedindo mais atenção sua. Nesse caso, sem tomar essa decisão de sair do emprego, sua empresa nunca irá crescer tanto quanto poderia”, completa Lucia, do Ibmec/RJ.

Isso, é claro, contando que sua produtividade está afinada e que há, realmente, um caso de falta de tempo hábil de gestão.

5. Sua empresa já está se estabelecendo no mercado

Cada dia que passa, sua marca é mais conhecida pelo público-alvo pretendido? E sua carteira de clientes começa a engordar? O dinheiro entra na conta? Pode ser um sinal de que agora é a hora de deslanchar a empresa de vez.

“O principal sinal vem do seu negócio: se ele começa a crescer aceleradamente, é um sinal de que seu empreendimento está adquirindo momento”, resume Lucia. Ou seja: você está no lugar certo e na hora certa, e cabe apenas a você mesmo decidir aproveitar essa oportunidade.

02/07/16

Como fazer os clientes comprarem mais da sua empresa

Seja qual for o segmento, o porte e os objetivos de uma empresa, uma coisa é fato: não existe um empresário no mundo que não queira ver seu negócio vendendo mais e os lucros subindo. A questão é que fazer com que os clientes comprem mais dos seus produtos ou serviços é um grande desafio para as organizações.

Para começar, o empresário deve se fazer uma pergunta simples: Os meus clientes ficam satisfeitos? Com isso fica mais fácil entender algumas questões extremamente importantes. Se o cliente se sente bem em relação a sua empresa, se tem as necessidades atendidas e se o seu produto ou serviço realmente tem qualidade, por exemplo.

Se o seu cliente não fica satisfeito ao fazer uma compra, o problema é realmente maior do que se pensava, e você precisa identificá-lo rapidamente para começar a fazer mudanças internas na empresa. Mas, se ele fica satisfeito, conto agora uma novidade para muitos empresários: não é o suficiente.

Clientes satisfeitos certamente não falarão mal da sua empresa, mas podem, ou não, falar da sua experiência e indicar, ou não, sua empresa a alguém. Afinal, a experiência que ele teve ali não foi nada demais.

A verdade é mesmo que a satisfação não é o suficiente. Os clientes precisam ficar fascinados. Os gestores sabem que estão no caminho certo, quando as questões levantadas começam a ser, por exemplo, se o cliente se sente excelente em relação ao seu negócio, se suas necessidades foram excedidas, se o produto ou serviço foram excelentes e a experiência ao comprar foi memorável. Só assim você saberá que seus clientes falarão bem sim da sua empresa e, provavelmente, indicarão seus serviços a outras pessoas.

E aí eu faço uma nova pergunta: Como você pode dar aos seus clientes algo a mais do que eles esperam? Porque é isso que vai fazer com que eles comprem mais.

Primeiramente, o gestor tem que entender que um bom atendimento ao cliente é proativo e não reativo. As empresas que esperam ter um problema para começar a se preocupar com seus clientes, certamente não serão aquelas que venderão mais. Se antecipe aos problemas e surpreenda seus clientes positivamente sem necessidade disso.

Outra questão importante é inovar sempre. Pensar “fora da caixa” é o que permite que sua empresa se diferencie da concorrência e vá além do esperado. Para isso, escute com atenção os seus clientes e funcionários para ver o que pode ser mudado e melhorado. Fique ligado nas tendências, novidades e tente estar à frente do que o mercado já oferece. A inovação deve ser contínua, afinal os clientes sempre esperam que você seja melhor.

Além disso, saber identificar quais são os seus momentos da verdade é fundamental. São os momentos em que o que realmente importa é impressionar o cliente com seu serviço. O momento da verdade de uma companhia aérea, por exemplo, é ao fazer o check-in dos passageiros. O de um jornalista é ao fazer uma entrevista, o de um hospital a limpeza e por aí vai.

É necessário saber quais são os momentos em que as pessoas terão a clareza de que você tem um serviço de qualidade ou não. Dessa forma, você saberá o que deve fazer, em qual momento ou etapa, para impressionar seu cliente. Saber criar o seu fator WOW, que é como chamamos o fator que te diferencia e faz com que seu cliente compre mais, é mais importante do que muitas pessoas acreditam ser.

Para ter ideia, de acordo com a pesquisa X, apenas 9% das pessoas deixam de comprar com você por serem realmente fieis à concorrência. Porém, 68% dos clientes não compram mais porque percebem a indiferença da empresa com eles. Além disso, segundo a mesma pesquisa, esse cliente comentará em média com 10 pessoas sobre sua má experiência.

Está vendo o que tudo isso significa? O segredo não está em grandes feitos e sim no cuidado e atenção diferenciada que você dá ao seu cliente e mostra sua importância. Olhe o caso do Mc Donald´s, por exemplo. Mesmo o cliente tendo que levar sua comida para a mesa, embrulhada em papel, em uma bandeja de plástico e não conseguir nem puxar a cadeira para se assentar, o serviço é um sucesso.

Isso porque eles oferecem um serviço consistente e fácil de adquirir, sustentado por sistemas. Para o cliente ter vontade de comprar mais, esses dois fatores devem existir. Você precisa ter consistência de serviço, o mesmo produto, no mesmo tempo, sempre. Isso vai gerar valor a sua empresa. O Mc Donald´s ainda foi além e soube explorar seu fator WOW, por exemplo, ao dar brinquedos gratuitos junto com os lanches para as crianças, seu principal cliente.

Saber criar o seu fator WOW e fazer funcionar com cada cliente vai fazer com que sua empresa venda mais. Resolver os problemas do seu público, oferecer boas soluções e ir além do serviço convencional, mesmo que com pequenas coisas, como um brinquedinho do Mc Donald´s, fará toda a diferença nas contas.

Alejandro De Gyves é diretor para América Latina da ActionCOACH – líder mundial em business coaching para pequenas e médias empresas e a primeira franquia de coaching no Brasil. Mais informações em: http://actioncoach.com.br/e-book


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24/06/16

Somos a média das pessoas que nos cercam



É uma análise assustadora, mas reveladora. Preste atenção em suas companhias mais constantes. Depois faça uma reflexão sobre seus conceitos, opiniões, receios, etc.

A Bíblia, os provérbios chineses e tantas outras menções populares, confirmam o que nossos pais e avós nos diziam -de uma forma mais didática - quando éramos adolescentes: menino (a), diga-me com quem andas e direi quem tu és.

No empreendedorismo, na psicologia e na administração, existe a máxima – cunhada pelo brilhante escritor e palestrante americano Jim Rohn - que afirma o seguinte: nós somos a média das cinco pessoas que mais passamos o tempo.

Todas essas afirmações refletem uma única coisa: somos seres influenciáveis, não importa o quanto cacarejemos que tomamos nossas próprias decisões, seguimos nossos próprios caminhos, traçamos nossos próprios destinos. De uma forma ou de outra, as influencias estão presentes em nossas vidas, mesmo sem percebermos.

E não há nada de errado nisso. É absolutamente natural. O ponto aqui é levantar as seguintes questões: o que você quer para sua vida e com que tipo de pessoas você se acompanha?

Nota: Importante mencionar que o termo tipo de pessoas não é, de forma alguma, discriminatório. Trata-se apenas de uma referência para entender o contexto.

Dito isso, vamos colocar as coisas de um modo prático.

Um exemplo clássico é do sujeito que começa em um novo emprego e entra (como se diz) “cheio de gás”. Quer mostrar serviço, mostrar seu valor. Mais à frente, começa a se associar com alguns funcionários mais antigos. Passam a almoçar juntos, fazer as pausas para o cafezinho e até sair para um happy hour depois do expediente. Nada demais nisso.

O problema é quando esses veteranos são do tipo “tô nem aí”. Vivem reclamando da empresa, do salário, do chefe, fazem mais pausas do que trabalham, atrasam ou faltam constantemente e usam desculpas esfarrapadas para justificar.

Enquanto estão na empresa, esses vampiros de entusiasmo têm uma missão: recrutar bons funcionários para fortalecerem a sua “causa”, sempre com um discurso na base “cola em mim que você vai brilhar”. A amizade é um laço forte, que liga as pessoas de uma maneira poderosa.

Aquele novato, que começou com uma tremenda garra de vencer, vai se adequar aos padrões dos novos companheiros, se não carregar consigo valores bem firmes de profissionalismo e caráter. Isso é absurdamente comum, especialmente entre os menos experientes.

Trata-se de uma modelação que acontece de maneira gradual e sutil. Sem perceber, o sujeito é engolido pelo turbilhão de sanguessugas corporativos.

Lembro que quando era gestor de uma grande empresa e recebia novos funcionários, meu primeiro discurso era de alerta: procurem não se associar às pessoas que não têm interesse em somar. Infelizmente, nem sempre me davam ouvidos.

Mas não é somente nas empresas que vemos exemplos desta natureza. Nossos amigos, familiares e colegas são mais influentes do que possamos imaginar. Pode bater o pé o quanto quiser. Pouco a pouco, com um comentário aqui, outro acolá, ou mesmo com mensagens diretas, vamos nos deixando dominar pela filosofia, conceitos e valores do meio que convivemos.

Quer ver um exemplo clássico? O nativo dos pampas gaúchos se muda para uma cidade do Nordeste. Um ano depois, ele já está falando com o sotaque local. Ôxente bichin! E vice-versa.

O fato é que o ser humano pertence a uma espécie sujeita a estímulos. Por que você acha que raramente alguém consegue bons resultados quando resolve fazer exercícios físicos em casa, especialmente se está cercada de gente sedentária? E que acontece com esse mesmo individuo quando passa a frequentar uma academia, repleta de pessoas que têm o mesmo objetivo?

Outro exemplo? Muitos calouros de Universidades Federais (principalmente), iniciam o primeiro período cheios de expectativa e motivação para aprender as disciplinas dos cursos que optaram. Alguns meses depois, estão fumando um baseado nos jardins do campus, vestindo uma camiseta do Che Guevara e cantando Pra Não Dizer que Não Falei das Flores (Geraldo Vandré). Vem, vamos embora, que esperar não é saber.

Não estou questionando se é certo ou errado. É o que é.

O funcionamento deste mecanismo é muito simples de entender.

Se associe a gente preguiçosa que você vai se tornar um sujeito que prefere o apocalipse zumbi a levantar da cama ou sair para dar uma caminhada na esquina.

Se associe aos que cultivam pensamentos de pobreza e escassez e você vai se tornar um sujeito que acha que o mundo é só injustiça, que não existe esperança, oportunidades, etc.

Se associe às pessoas desleixadas, que é possível que em um futuro próximo, você passe a viver em um local semelhante ao lixão municipal.

Por outro lado, experimente se associar a pessoas otimistas, bem sucedidas, disciplinadas, organizadas e você vai notar uma diferença extraordinária nos rumos que sua vida vai tomar.

E antes que alguém questione: é claro que existem exceções. Elas existem para quase tudo na vida, certo O problema é: você se considera uma exceção? Jura?

Nossa mente é tão moldável – para o bom e para o mau – que nem percebemos que caminhos tomamos, até já estarmos naufragados em uma poça de frustração, tristeza e arrependimentos. Ou, no melhor (ou pior) dos casos, estamos cientes sobre as situações que nos metemos, e atribuímos nossas condições à vida (é assim mesmo), ao governo ou ao poder satânico das trevas infernais.

Como driblar essa armadilha? Pode parecer duro demais o que vou dizer aqui, mas a melhor forma de não cair nesta roubada é fugir. Ou melhor dizendo, se afastar de gente que te arrasta para a lama da mediocridade. Entendo que nem sempre é possível um distanciamento físico, quando você divide o mesmo teto, mas existe a alternativa de reforçar o outro lado.

Como assim?

Se existem pessoas próximas, que te estimulam (até sem querer) a pensamentos e comportamentos pouco eficientes, procure companhias que podem te levar a uma condição inversa. Pouco a pouco, é até possível que você passe a influenciar positivamente àqueles que remavam para o lado inverso. Eu, pessoalmente, conheço diversos exemplos.

E se não tiver ninguém próximo? O que eu faço? Bom, neste caso, você pode reduzir suas horas de televisão e mergulhar em livros com conteúdo relevantes e estimulantes. Mas, cá entre nós, duvido muito que não exista em seu meio, alguém que pode te ajudar a crescer. Basta prestar atenção, que você vai encontrar. Nós vemos o que estamos preparados para ver.

Lembre-se sempre de uma frase simples, que utilizei incontáveis vezes para alertar pessoas do meu círculo profissional e pessoal: é muito mais fácil puxar para baixo do que para cima.

As más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro (Provérbio Chinês)

Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes (1Corintios 15,33)

por: Marco Antonio  
Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos tolos sofre aflição (Provérbios 13,20) - http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/somos-a-media-das-pessoas-que-nos-cercam/96146/


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20/06/16

6 dicas para negociar seu salário inicial

Ao entrar em uma nova empresa, é importante alinhar com o seu contratante qual é o salário para a vaga oferecida. Mas, se você perceber que não está satisfeito com o valor proposto, há algumas técnicas que podem ajudar no processo para tentar um acréscimo salarial.

Veja na galeria de fotos 6 dicas para negociar o salário inicial:



Faça um trabalho antes de aceitar a oferta

Se a empresa não aceita o seu pedido incial de salário, peça para fazer um projeto. Nele, você pode mostrar o quão bom você é, o que aumenta as chances dele atender seu pedido.



Deixe claro o que você quer

O que te faz mais feliz ou triste? Salário ruim, férias ou um escritório agradável? Descubra quais são suas moedas de barganha antes de você começar a negociar.



Faça sua lição de casa

Sites como o LikedIn podem te ajudar a saber mais sobre quem irá te entrevistar. Dessa forma, você já sabe o que esperar da entrevista e do perfil da empresa.



Mostre seu trabalho

Não pare de se vender quando está falando de dinheiro. Mostre atitudes e estratégias. Quanto mais um empregador te valorizar, mais ele estará disposto a aumentar seu salário.


Fale de outras ofertas

Conversar com os empregadores sobre outras ofertas de emprego, pode aumentar seu poder de barganha.


16/06/16

7 HÁBITOS DE PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES


Pode não parecer, mas as pessoas não nascem eficazes, elas desenvolvem hábitos que as tornam produtivas e focadas (Foto: Pexels)

Pode não parecer, mas as pessoas não nascem eficazes, elas desenvolvem hábitos que as tornam produtivas e focadas
Certo dia, um pobre fazendeiro descobre um ovo de ouro em um dos ninhos de suas galinhas. Ele não podia acreditar na sorte que teve. Porém, ganancioso e impaciente para ficar logo milionário, decide matar a galinha para obter todos os ovos de uma só vez, sem ter que esperar um dia após o outro. Mas, para sua decepção, ao abrir o corpo da ave, não havia nada além do que é comum em toda galinha. Nada de ovos de ouro.

Você deve estar se perguntando: O que tem a ver esta fábula de Esopo com a formação de hábitos? Bem, foi com base nessa fábula que Stephen Covey formulou a teoria da eficácia. Em outras palavras, o equilíbrio entre a produção dos ovos de ouro e a capacidade de produção. E esse equilíbrio só será contínuo e sequencial se houver saúde e bem estar da galinha. A harmonia produz a eficácia que, no caso da fábula, é a riqueza.

Daí a necessidade de equilíbrio entre o que você produz e a sua capacidade de produzir. Se você produz além de sua capacidade, você irá se esgotar. Porém, se você estiver produzindo abaixo, quem estará se esgotando será o seu tempo. O equilíbrio está em produzir exatamente o que você é capaz dentro do tempo normal.

Os sete hábitos estão em harmonia com essa lei natural. Não são um conjunto desconexo de fórmulas milagrosas destinadas a estimular as pessoas.

Os três primeiros hábitos falam do seu autodomínio. São os que dependem exclusivamente de você, não envolvendo outras pessoas. Eles buscam aprimorar a personalidade para obter a sua independência. Os três hábitos seguintes tratam das relações com os outros. Ou seja, trabalho em equipe, cooperação e comunicação. Estão orientados a conseguir a interdependência. O sétimo hábito só diz a respeito de você mesmo. Finalmente, esse último hábito trata da sua renovação contínua que o levará a compreender e alcançar o sucesso desejado.

1. Seja Proativo

Victor Frankl, famoso psiquiatra, viveu as circunstâncias mais terríveis em um campo de concentração. Em meio ao caos, a pergunta que não lhe saia da mente, era: O que diante do desespero total, após ter perdido tudo, inclusive seus parentes mais queridos, o impedia de suicidar-se?

A resposta que encontrou é a de que – no fundo – havia uma esperança, um desejo pela vida, um sonho. A partir de então, o estudioso decidiu concentrar sua mente em adotar uma atitude proativa e colaborativa com os que sofriam. Em um dos seus ensinamentos, diz: “Por mais crítica que seja a sua situação, você sempre poderá identificar uma razão, uma atitude e um caminho possível pelo qual valha a pena viver.”

O primeiro hábito, portanto, só depende de você . Seja proativo, utilize suas forças para realizar o que você mais deseja. Assim, a cada dia, você ficará mais e mais forte na direção do seu objetivo. Ser proativo é assumir a responsabilidade por você mesmo. O seu maior poder é a liberdade de escolha. Para desenvolver sua proatividade, tente o seguinte:

- Tenha um objetivo e atue dia após dia para alcançá-lo;

- Preste atenção nas palavras que usa, há sempre uma forma positiva de encaminhar sua vida;

- Trabalhe durante trinta dias esses princípios. Coloque especial atenção naquelas coisas que possa controlar;

Lembre-se de Victor Frankl: ele não possuía muitas opções, mas adotou uma atitude orientada para o que estava ao seu alcance fazer.Isso é altamente transformador.

2. Tenha um objetivo em mente

Trace um objetivo e foque nas metas mais desejadas por você. Aqui trago uma sugestão minha: identifique quem você quer ser, social, pessoal e profissionalmente. Imagine esse horizonte e vá construindo pouco a pouco. Lembre-se: tudo nasce primeiro na mente, para depois se tornar real. Portanto, você precisa saber aonde quer chegar, o que quer conquistar e em quem quer se transformar.

3. Primeiro faça o mais importante

Para viver uma vida equilibrada, como falamos no início desse artigo, você tem que reconhecer que não pode fazer tudo. Você tem o direito de dizer não quando necessário e concentrar-se nas prioridades.

E o que são as prioridades? Prioridade é aquilo que você definiu como de maior valor no hábito dois, o que você quer ser e fazer. Para facilitar, faça uma lista simples dos papéis que você exerce: Por exemplo: Marido, pai, filho, gerente em sua empresa e etc.

Depois, selecione seus objetivos para a próxima semana e pense em dois ou três resultados importantes que você queira alcançar para cada um dos seus papéis. Atente-se sempre para que as ações estejam alinhadas aos seus objetivos a longo prazo.

Separe o tempo para trabalhar com cada objetivo. Identifique com precisão seus espaços de tempo e não deixe de considerar a importância que as outras pessoas tem para você. Ninguém faz nada sozinho.

4. Ganha X Ganha

As necessidades de cada uma das partes devem ser satisfeitas por um esforço conjunto, ou seja, a negociação é um processo de entendimento recíproco. Porém, o lado primitivo da nossa mente nos leva ao pensamento de que se alguém ganhou é porque alguém perdeu, mas isso, segundo o autor, não é uma verdade absoluta.

Covey vê diferente, ele defende que é possível um jogo onde ambas as partes ganhem. Defende que a vida pode ser uma arena cooperativa. As negociações devem ser mutuamente benéficas e satisfatórias e que as pessoas ou organizações que abordam conflitos a partir de uma atitude ganha x ganha possuem três traços de caráter vitais, que são:

- Integridade: comportam-se de acordo com o que você acredita e com os valores que defende.

- Maturidade: sentimento que prioriza a nossa preocupação pelos outros, mais até do que por nós mesmos. Talvez esse seja o traço mais difícil de ser alcançado. Mentalidade da abundância: acreditar que há muito para todos. Essa crença nos ajuda a pensar que as pessoas não precisam sair perdendo. Todos podem sair ganhando.

5. Comunicação Empática

Em nosso cotidiano de trabalho, e mesmo na vida privada, travamos uma guerra na qual as armas são as palavras. É pouco comum as pessoas escutarem com a intenção de entender. Geralmente se escuta com a intenção de responder. Esse hábito se destaca por enfatizar a comunicação efetiva. É o mais emocionante e o mais simples para se colocar em pratica imediatamente.

Quando satisfeitas as necessidades físicas de sobrevivência, a prioridade do ser humano passa a ser a de atender a sobrevivência psicológica, que é a de ser entendido e respeitado. Ao escutar com empatia, você estará satisfazendo essa necessidade, que, segundo Covey, está dando “ar psicológico” ao outro.

Nas organizações, a comunicação tem como regra a compreensão mútua. Se ambas as partes se colocam em igualdade de condições, elas podem dialogar entre si para compreender conjuntamente a realidade, convergindo para um mesmo foco.

Encontrar soluções ganha x ganha se torna muito mais fácil quando são satisfeitas as necessidades básicas das pessoas, afinal suas defesas são minimizadas e a capacidade de negociação aumenta.

6. Sinergia

Sinergia significa que o todo é mais do que a soma das suas partes. O hábito de sinergizar implica, portanto, na cooperação criativa e no trabalho em equipe. As pessoas com mentalidade ganha x ganha e que escutam com empatia podem aproveitar suas diferenças para gerar idéias e opções que não existiam antes.

Reunir várias perspectivas diferentes, com respeito mútuo, leva os participantes a se sentirem livres e motivados para procurarem a melhor alternativa possível. Com frequência, esse hábito leva as pessoas a identificarem propostas diferentes e melhores que as originais. Quando as pessoas começam a interagir genuinamente e estão abertas à influência do outro, começam a ganhar uma nova visão.

A capacidade de inventar novas abordagens cresce muito em função da exploração das diferentes idéias. Esse é um grande segredo: a cooperação, aliada à confiança, conduz para um patamar sinérgico que o autor denomina como ganha x ganha.

7. Autorrenovação

Aqui você cuida de se aprimorar física, mental, social/emocional e espiritualmente, porque o maior patrimônio é, sem nenhuma dúvida, você mesmo! Um programa equilibrado de auto-renovação nas quatro áreas de sua vida é fundamental, considerando as dimensões:

- Dimensão física: inclui exercícios físicos, boa nutrição e controle do stress. Ao comer adequadamente e exercitar-se trinta minutos por dia, você conseguirá melhorar sua força,resistência e performance mental. Caso contrário,, seu corpo se debilitará;

- Dimensão espiritual: renovar seu compromisso com seus valores e princípios, por meio de uma revisão da sua missão pessoal, ou por meio da oração, meditação, ou imersão em música, literatura, ou natureza. Se isso não acontecer, seu espírito pode ser levado a um estado de insensibilidade.

- Dimensão mental: sua mente se renova por meio de atividades como leitura, escrita e planejamento, utilizando os hábitos dois e três. Essa dimensão impede que sua mente responda aos atos mecanicamente, o que não é bom.

- Dimensão social/emocional: enfocar-se nos hábitos quatro, cinco e seis, participando de atividades sociais e melhorando o relacionamento com os outros.

Como as quatro dimensões estão intimamente relacionadas, qualquer coisa que você faça em uma impactará positivamente nas outras. Se trabalhar equilibradamente nas quatro, passando pelo menos uma hora ao dia, você fará dos hábitos uma parte fundamental da sua vida.

E agora que você conhece os sete Hábitos das pessoas altamente eficazes, sabe que o seu objetivo não acontecerá por acaso. Você precisa lutar por isso para que as coisas aconteçam.

Lembre-se, esse processo criativo nunca acabará. Você deve continuar sempre cultivando esses hábitos pelo resto da sua vida e tudo mudará positivamente. Essa é a forma mais natural, segura, sem atalhos para você alcançar sucesso.

Publicado em Endeavor Brasil

04/06/16

Marketing pessoal em três passos


Primeira impressão: Para julgar se a personalidade de uma pessoa lhe agrada ou não, meio segundo basta (Thinkstock/VEJA)


Pesquisa mostra que, com um "olá", pessoas já constroem opinião sobre a personalidade alheia
Quanto tempo se leva para formar uma primeira impressão de alguém? De acordo com um novo estudo, apenas meio segundo – ou um simples “olá” – já é suficiente para tirar conclusões sobre a personalidade de uma pessoa e julgar se ela lhe agrada. E, segundo a pesquisa, não é preciso necessariamente estar olhando para o outro para fazer esse tipo de julgamento.

Os autores do estudo, feito na Universidade de Glasgow, na Grã-Bretanha, chegaram a essas conclusões após pedir que 320 pessoas relatassem suas impressões após ouvir às gravações de diferentes indivíduos dizendo “olá”. Os voluntários deveriam dizer o que acharam das vozes com base em dez critérios definidos pela pesquisa – entre eles, confiabilidade e entusiasmo.

Segundo os pesquisadores, a maioria das 64 gravações provocou as mesmas reações entre os participantes, e esse julgamento foi definido em apenas 300 a 500 milésimos de segundo. Uma das características mais levadas em consideração para os voluntários foi a confiança que a voz transmitia – para a maioria, homens que levantavam a voz pareciam mais confiáveis, por exemplo.

A equipe concluiu que o tom da voz de uma pessoa ao dizer “olá” é capaz de, imediatamente, formar a primeira impressão que alguém terá dela. Segundo os pesquisadores, isso pode ser um reflexo da história recente do ser humano, na qual se tornou cada vez mais importante para a sobrevivência identificar em que é possível confiar. O estudo completo foi publicado nesta semana no periódicoPlos One.

“É surpreendente que discursos tão pequenos possam causar uma impressão tão definitiva sobre uma pessoa e, além disso, que essas impressões sejam as mesmas em diferentes ouvintes”, diz Phil McAleer, pesquisador do Laboratório de Neurocognição da Voz da Universidade de Glasgow e coordenador do estudo. McAleer acredita que seu estudo poderá ajudar a aumentar a eficácia de sistemas de áudio educativos, além de elevar a compreensão sobre a interação humana.  - Por Da Redação
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/marketing-pessoal-em-tres-passos/95840/

9 frases inspiradoras de Muhammad Ali

Muhammad Ali, o boxeador três vezes campeão mundiual dos pesos pesados, morreu na noite desta sexta-feira (3) em um hospital em Phoenix, nos Estados Unidos, aos 74 anos. No dia anterior, ele foi hospitalizado com problemas respiratórios.

Ali se aposentou em 1981 com um recorde de 56-5 vitórias e uma das pessoas mais famosas do planeta. Ele havia sido diagnosticado com a síndrome do Parkinson há 32 anos, em 1984.

Mais do que um atleta, o norte-americano era um ícone de uma geração. Veja na galeria de fotos 9 frases inspiradoras de Muhammad Ali:



“Eu sou o melhor. Falei isso antes mesmo de saber que era. Eu imaginei que, se dissesse isso o bastante, convenceria o mundo que eu realmente era.”



“É só um trabalho. A grama cresce, pássaros voam, ondas se quebram na areia. Eu derrubo as pessoas.”



“O homem que não tem imaginação não tem asas.”



“Quem não é corajoso o bastante para tomar riscos não realizará nada na vida.”



“Só um homem que sabe o que é ser derrotado pode chegar ao fundo da sua alma e voltar com a dose extra de poder que é preciso para ganhar quando a luta está empatada.”



“Eu odeio cada minute do treino, mas já disse: ‘não desista, sofra agora e viva o resto da sua vida como um campeão’.”



“Plane como uma borboleta, pique como uma abelha, suas mãos não conseguem bater o que seus olhos não veem.”



“Um homem que vê o mundo aos 50 do mesmo jeito que vinha com 20 perdeu 30 anos de vida.”



“As pessoas não percebem o que eles tinham até perderem. Como o presidente [John] Kennedy, não havia ninguém como ele, os Beatles e meu amigo Elvis Presley. Eu era o Elvis do boxe.” - Fonte: http://www.forbes.com.br/fotos/2016/06/9-frases-inspiradoras-de-muhammad-ali/#foto1


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